Blog do Citadini


Carnaval na quaresma

O Corinthians apresentou, no dia de ontem, com grande festa, o jogador chinês Zizao.

Música, cores, luzes, numa celebração de fazer inveja. Um jornal de São Paulo chegou a dizer que o evento era maior - e mais rico - do que a apresentação de Ronaldo. Exagero foi a marca do encontro, com citações de que o jogador é um "Messi chinês".

O marketing do Clube fez um bom serviço: dados sobre a China (economia, população etc.) foram fartamente distribuídos aos jornalistas. Com isso as matérias dos jornais de hoje mais se assemelham a um anúncio de parceria do Corinthians com a China. Parabéns pelo barulho, mas nossa torcida é para que o jogador dê certo, provando no gramado que tem qualidades e ajudando o Corinthians a conquistar títulos. Ganhando títulos, ganhará o mercado chinês.

Não será a contratação de um atleta e uma festa de fazer inveja que "abrirão" o mercado chinês!

Quem viu o jogo do Corinthians e Catanduvense, na noite anterior, sabe que os nossos problemas passam longe da festa chinesa. O Corinthians é o time melhor organizado nestes últimos tempos do futebol brasileiro. É isso que vem trazendo vitórias para o Clube. Mas não devemos ficar iludidos com o tom da festa chinesa. O time precisa de algumas boas contratações, não estando em questão a vinda de mais um atleta pra composição de elenco, não. Precisa contratar alguns craques, além de torcer pela rápida volta de Adriano. O elenco necessita de reforços, considerando ainda que pode perder Sheik, em parte da Libertadores, por problemas pessoais. Problemas, diga-se, que o Clube já conhecia há mais de 6 meses. Mas que nosso técnico precisa de uns três ou quatro jogadores - de bom nível - isto é verdade!

E não haverá festa chinesa que ajude.

Lugar errado

A confusão, ocorrida no primeiro jogo, envolvendo o nosso Diretor de Futebol da CBF, ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e o São Paulo só confirma o que falo há anos.

Dirigentes do Timão não devem ocupar cargos na CBF ou na Federação. Isso é coisa para cartolas de times médios. O tamanho do Corinthians, sua presença na mídia e na sociedade, e o ódio que outros Clubes tem pelo alvinegro, inviabilizam a presença de ex-dirigentes do Timão nessas entidades.

Dirigente do Corinthians não é para fazer média, participar de composições, estender a mão etc. E nessas entidades o que se faz é só isso. Ficar quebrando o galho de Vasco, Flamengo, São Paulo, Palmeiras etc., não está em nosso DNA. Nascemos e crescemos contra tudo e todos. E só seremos fortes quando não esquecermos nosso passado de lutas, brigas e confrontos. É só isso que nosso adversários entendem. Lembremos do corte de Luisinho da Seleção de 1958. Após uma briga com o centro-avante do São Paulo, o "Dr." Paulo Machado de Carvalho o retaliou. O ex-presidente Andrés sabe que este não é nosso perfil. O pior momento de sua gestão foi a ida ao Morumbi, acompanhando Lula e autoridades, para apoiar a campanha do estádio tricolor pela Copa. Felizmente ele viu o erro e largou o barco, pois o Morumbi não tem condições de sediar nada. E obrigar-se a fazer acordos, conceder favores ou combinações com nossos adversários não dá.

Este é um cargo típico para os dirigentes de clubes médios, não para os do Corinthians!



 Escrito por blogdocitadini às 09h02 [] [envie esta mensagem] []






Vitória

Na raça, Timão vira no fim e bate o Catanduvense





TimãoNet

O Corinthians sofreu, mas conseguiu somar mais três pontos no Campeonato Paulista. Na noite desta quarta-feira, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo, o clube do Parque São Jorge derrotou o Grêmio Catanduvense por 2 a 1, com um gol de Danilo nos acréscimos, depois de parar na trave do clube interiorano em quatro oportunidades. Além do camisa 20, Alessandro (contra) marcou para o time de Catanduva, enquanto Paulinho marcou o primeiro tento dos mandantes.

O jogo


Tite durante as últimas semanas reclamou da falta de intensidade da equipe do Parque São Jorge, e diante do Catanduvense, mais uma vez o Corinthians não conseguiu se impor. Lento na criação de jogadas, o time alvinegro falhou ao tentar pressionar a defesa adversária, como teoricamente se desenhava o confronto desta noite em São Paulo.

Sem receber a pressão esperada do adversário, o Catanduvense aos poucos se soltou em campo. Aos 26min, o time visitante por pouco não abriu o marcador. O lateral esquerdo Anderson Paim recebeu bola na intermediária e arriscou de longe. Júlio César precisou se esticar todo para evitar o gol do Catanduvense no lance.


O susto acordou o Corinthians, que teve a principal oportunidade da primeira etapa aos 29min. Liedson tocou para Fábio Santos, mas, antes de o passe chegar ao lateral, a bola bateu no braço de um defensor. Pênalti marcado. Na cobrança, Alex marcou; entretanto, a arbitragem anulou alegando invasão. Na segunda oportunidade, o camisa 12 arrematou na trave, no primeiro encontro do time do Parque São Jorge com o poste.


O Corinthians se abateu com o lance perdido. O clube comandado por Tite caiu de rendimento ao final da etapa complementar, e permitiu ao Catanduvense acreditar que poderia surpreender o líder do Campeonato Paulista no Estádio do Pacaembu. Recuado e fechado, o visitante aos poucos se posicionou mais à frente e passou a ameaçar em contra-ataques.


¿Gostando do jogo¿, o Catanduvense conseguiu aumentar a pressão sobre o Corinthians. Aos 6min, Alex cruzou na medida para Paulinho, que tocou de cabeça na trave. Na sequência do lance, os visitantes puxaram um rápido contra-ataque. Depois de toque para Dairo, Alessandro e Chicão se atrapalharam, e o lateral direito tocou a bola contra o próprio patrimônio.


O Corinthians se desorganizou com o gol adversário. Tite precisou colocar Élton, Douglas e Gilsinho, nos lugares de Willian, Alex e Alessandro, para, enfim, conseguir pressionar o Catanduvense. O resultado das alterações, contudo, acabaram barrados na trave, acertada por Chicão - terceira vez pelo time no confronto.


Tanta pressão deu resultado somente aos 35min. Depois de cobrança de escanteio de Douglas e desvio na primeira trave, Liedson carimbou a trave. No rebote, Wallace dividiu de cabeça e a bola sobrou para Paulinho dividir com o zagueiro e evitar o vexame dentro de casa.

(TimãoNet, www.timaonet.com.br, 29/2/2012)



 Escrito por blogdocitadini às 10h05 [] [envie esta mensagem] []






Gioachino Rossini



Lembrando a passagem do 220° ano do nascimento de Rossini, neste 29 de fevereiro, postamos a abertura d'"O Barbeiro de Sevilha", executada aqui pela Sinfônica de Munique.



 Escrito por blogdocitadini às 10h30 [] [envie esta mensagem] []






Boa jogada.

Lançamento do meu livro!

No futebol, assim como na vida, as coisas acontecem muito rápido. Há 14 anos, ainda garoto, saí de casa em busca de um sonho. Batalhei, enfrentei obstáculos e tropecei em muitas pedras no caminho. Me levantei e segui em frente a cada derrota ou desilusão e aprendi a dar um passo atrás para recomeçar de outra forma quando foi necessário.

Persisti, confiando que meu sonho era possível mesmo quando pouca gente acreditava em mim. Percebi, ao longo desse período, que nada supera o trabalho e a disciplina, porém devo confessar a você que algumas vezes cheguei a duvidar que isso daria certo.


Sorri, chorei e sofri com as difíceis decisões que tive que tomar, ainda jovem, mas tenho certeza de que foram elas que criaram minhas oportunidades e moldaram todo o meu futuro.


Entendi, por experiência própria, como é difícil ser jogador profissional e chegar a um grande clube. Por isso passei os últimos 12 meses me dedicando, além do futebol, a escrever um livro e contar essas histórias pra você.


Uma ideia meio maluca que me deu muito prazer e preencheu as longas horas livres nas viagens e concentrações.


Nele, conto histórias que relatam como é a vida de uma pessoa comum que parte em busca dos seus sonhos e encara cada estágio da vida de um atleta. Como disse meu amigo Ronaldo Fenômeno, na apresentação do livro, conto os sofrimentos e carências do tempo de amador, as dúvidas de um recém-profissional e os anseios de um boleiro experiente.


Além dele, outros amigos e ídolos participaram e escreveram depoimentos antes de cada capítulo. Meu muito obrigado a: Juca Kfouri, Kaká, William Capita, Ruddy Machado, Hugo Garcia, Bruno Resende, Dr. Sócrates, Alex, Antonio Lopes, Evaristo de Macedo, Vanessa Menga, Grafite, Tulio de Melo, Michel Bastos, Maurren Maggi, Roberto Carlos, Hortência, Oscar Schmidt, Maurício, Edu Gaspar, Milton Leite, Thaigo Leifert, Bruno Laurence e Mauro Beting.


E você que acessa e participa deste blog está convidado para dividir comigo este momento incrível pra mim, o lançamento do meu primeiro livro: O Jogo da Minha Vida - Histórias e reflexões de um atleta, publicado pela editora LeYa. O evento é aberto ao público e será no dia 1 de março (próxima quinta-feira), na Livraria Saraiva do shopping Pátio Paulista (Rua Treze de Maio, 1947, Paraíso, em SP) à partir das 19h.



Aguardo vocês!


Abraço,

P.A

http://pauloandre-13.blogspot.com



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Coro famosos


"Va', pensiero" da ópera Nabucco (Verdi).



Va', pensiero, sull'ale dorate;
va', ti posa sui clivi, sui colli,
ove olezzano tepide e molli
l'aure dolci del suolo natal!

Del Giordano le rive saluta,
di Sïonne le torri atterrate...

Oh mia patria sì bella e perduta!
Oh membranza sì cara e fatal!

Arpa d'ôr dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?

Le memorie nel petto raccendi,
ci favella del tempo che fu!

O simìle di Sòlima ai fati
traggi un suono di crudo lamento,
o t'ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù!


"Vá, pensamento!" (Tradução livre)

Vá, pensamento, sobre as asas douradas
Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas
Onde os ares são tépidos e macios
Com a doce fragrância do solo natal!

Saúda às margens do Jordão
E as ruínas da torres de Sião.
Oh, minha Pátria, tão bela e perdida!
Oh lembrança tão cara e fatal!

Harpa dourada de desígnios fatídicos,
Por que chora a ausência da terra querida?

Reacende a memória no nosso peito,
Fale-nos do tempo que passou!

Lembraivos do destino de Jerusalém,
Neste triste lamento,
Que o Senhor nos inspire louvores
Que nos permitam suportar o sofrimento.



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O número 1

Corinthians é 2ª torcida e 1º mercado

Mesmo com 4 milhões a menos de torcedores do que o Flamengo, público corintiano tem o maior poder aquisitivo do Brasil

26 de fevereiro de 2012
WAGNER VILARON - O Estado de S.Paulo

Poucos assuntos renderam - e ainda rendem - tanta polêmica e discussão quanto o tamanho das torcidas dos clubes de futebol. Ter uma "nação" maior do que a do rival massageia o orgulho e a autoestima dos apaixonados torcedores. No entanto, um novo conceito, que deixa o lado emotivo de lado e ganha força entre dirigentes e profissionais de marketing esportivo, promete relegar o velho debate às conversas informais entre torcedores. De acordo com a ideia, o importante para o mercado não é o tamanho da torcida, mas a quantidade de consumidores da marca. Em outras palavras: mais relevante do que ter torcedores é ter clientes.

E como tem ocorrido nas mais recentes projeções de mercado do futebol brasileiro, o Corinthians aparece em destaque dentro deste novo conceito. Segundo levantamento realizado pela Pluri Consultoria, o potencial de consumo de artigos relacionados a esporte da Fiel ultrapassa os R$ 450 milhões/mês, cifra que a coloca na liderança absoluta das torcidas mais "endinheiradas" do Brasil.

Só para se ter ideia do destaque alvinegro neste ranking, a segunda posição é do São Paulo, com R$ 289 milhões, seguido por Flamengo (R$ 287 milhões), Palmeiras (R$ 202 milhões) e Vasco (R$ 110 milhões). "Lembrando que esse potencial está disponível para ser explorado não apenas pelos clubes, mas também por empresas patrocinadoras, fornecedoras de material esportivo, redes de comunicação, varejo esportivo, empresas de produtos licenciados", explicou o diretor da consultoria e responsável pelo levantamento, Fernando Pinto Ferreira.

Para chegar a estes números, os responsáveis pelo estudo definiram dois critérios objetivos: socioeconômico e geográfico. "A torcida do Flamengo, em números absolutos, é maior do que a do Corinthians. Só que boa parte dos rubro-negros está localizada nas regiões Norte e Nordeste, onde o poder aquisitivo e, consequentemente, o potencial de consumo são menores. Já os corintianos estão em menor número, mas concentrados em regiões mais ricas", observou o especialista.

Geografia da receita. Consta do levantamento que o Flamengo ainda possui a maior torcida do País, com 15,2% da população, o que representa pouco mais de 29 milhões de torcedores. Na sequência aparecem Corinthians, com 13,1% (25 milhões), São Paulo, 8,4% (16 milhões), Palmeiras, 6,4% (12 milhões) e Vasco, 4,6% (8,7 milhões).

O que chama atenção, porém, são os números que revelam a concentração destes torcedores. No caso do Flamengo, a fama de ter torcida espalhada por todo o País é confirmada, uma vez que apenas 26% dos rubro-negros estão concentrados no Estado do Rio. "Mas esta conclusão não representa um bom indicador, pois o torcedor que mais consome é aquele que está no mesmo centro do clube, pois ele vive o clima de rivalidade com outros torcedores, o que impulsiona o consumo de artigos relacionados ao clube", explicou Ferreira. "Torcedores de outros Estados apenas se declaram torcedores, mas não transformam essa preferência em consumo. O desafio, nesse caso, é desenvolver estratégias para alcançar este público."

É neste ponto que o Corinthians consegue se destacar. Além de ter sua base no Estado mais rico da federação, onde o poder aquisitivo e potencial de consumo é mais elevado, o clube do Parque São Jorge conta com 56% de sua torcida dentro do Estado de São Paulo. De acordo com o estudo, pouco mais de 14 milhões de paulistas declaram-se corintianos, contra 11 milhões de outros Estados (44%).

"Nunca nos interessou ter a maior torcida. Queremos apenas tratar bem a Fiel, dar a ela o que ela quer. Deveria ser objetivo de qualquer clube transformar o torcedor em cliente, consumidor e sua paixão em receita", afirmou o ex-diretor de marketing e atual vice-presidente do Corinthians, Luis Paulo Rosenberg.

Força santista. Quando o assunto é capacidade de gasto per capto, quem dá bola é o Santos. A divisão do potencial de consumo da torcida santista (R$ 103,4 milhões) pelo número estimado de torcedores (5,2 milhões) chega-se a R$ 19,6 por torcedor. Logo atrás aparece o Corinthians (R$ 17,9), seguido de perto pelo São Paulo (R$ 17,8) e Palmeiras (R$ 16,5). O Flamengo, dono da maior torcida, fica lá embaixo, com apenas R$ 9,8.

 

(Estadão, www.estadao.com.br, 26/2/2012)




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Vitória

Adriano marca e líder Corinthians vence o Botafogo-SP no Paulista




Imperador marcou o primeiro gol dele na temporada e garantiu a vitória por 1 a 0 no Pacaembu

25 de fevereiro de 2012

GABRIEL MELLONI - Agência Estado

SÃO PAULO - O Corinthians voltou a jogar o futebol eficiente que tanto agrada o técnico Tite e venceu o Botafogo-SP por 1 a 0, neste sábado, no Pacaembu, pela décima rodada do Campeonato Paulista. Com gol do atacante Adriano, a equipe chegou aos 26 pontos, abrindo vantagem na liderança da competição.

  

Adriano comemora seu segundo gol pelo Corinthians - Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
Adriano comemora seu segundo gol pelo Corinthians

Foi a oitava vitória corintiana em dez partidas, sendo a quarta consecutiva. A equipe tem agora quatro pontos de vantagem para o Guarani, segundo colocado, que ainda atua neste domingo. Além disso, o time do Parque São Jorge chegou ao seu sétimo jogo sem tomar gols no estadual e levou apenas três até agora, sendo a defesa menos vazada.

No entanto, a melhor notícia deste sábado foi Adriano. Autor do único gol, o atacante fez sua melhor partida pelo clube e demonstrou estar em boa forma física. Mesmo ainda longe da condição ideal, ficou em campo durante todo o jogo, se movimentou durante os 90 minutos e deixou o torcedor e o técnico Tite esperançosos.

Na próxima rodada, o time do Parque São Jorge enfrenta o Catanduvense, no Pacaembu, nesta quarta-feira, às 22 horas. Já o Botafogo recebe a Ponte Preta no dia seguinte, às 21 horas. A equipe de Ribeirão Preto está na 18.ª colocação, com seis pontos, na zona de rebaixamento.

O JOGO
O Corinthians começou melhor e abriu o placar logo aos 3 minutos. Willian fez  a jogada pela intermediária e rolou na esquerda para Ramírez. Ele cruzou para Alex, que tentou o chute, mas pegou errado na bola. Ela sobrou para Adriano, que, de carrinho, fez o primeiro dele no ano e o segundo com a camisa do clube.

Com a desvantagem no placar logo no início, o Botafogo foi para cima e, aos 9 minutos, chegou com perigo em um chute de fora da área de Léo Gonçalves, que Júlio César defendeu bem. Dois minutos depois, Clebinho chegou pela direita, cortou para o meio e bateu por cima do gol.

O Corinthians, então, passou a tentar diminuir a ameaça da equipe do interior, e começou a jogar o futebol que o torcedor se acostumou recentemente: valorizando bastante a posse de bola e pressionando o rival na marcação.

Assim, o primeiro tempo seguiu sem grandes momentos até os 36 minutos, quando André Dias serviu Clebinho, que aproveitou a saída atrapalhada de Júlio César e driblou o goleiro. Sem ângulo, o atacante cruzou de volta para André Dias, que cabeceou sem força, pela linha de fundo.

Sem muita criatividade e sem forçar muito, o Corinthians só levou perigo mais uma vez antes do intervalo, aos 39 minutos, novamente com Adriano. Welder recebeu pela direita e cruzou na cabeça do atacante, que desviou rente à trade direita de Juninho.

Na saída para os vestiários, Adriano comemorou o gol e apontou suas expectativas para a segunda etapa. "Sei minha capacidade e o que posso dar para o meu time. Estou muito feliz e espero que sigamos assim no segundo tempo", disse.

E o Corinthians realmente seguiu no mesmo ritmo no segundo tempo. Dominando a posse de bola, a equipe não dava chances ao Botafogo e quase aumentou aos 19 minutos. Gilsinho, que entrou no lugar de Willian, cruzou para Adriano, que ajeitou e bateu para grande defesa de Juninho. Dois minutos depois, o goleiro voltou a aparecer em boa cabeçada de Chicão, após jogada de Alex pela esquerda.

Atrás no placar, o Botafogo esboçou uma reação, conseguiu ficar mais com a bola, mas não finalizava à gol. No entanto, logo o Corinthians voltou a imprimir o ritmo que lhe convinha e garantiu o 1 a 0.


CORINTHIANS 1 x 0 BOTAFOGO

CORINTHIANS - Júlio César; Welder, Chicão, Wallace e Fábio Santos; Ralf, Paulinho (Douglas), Luis Ramírez (Edenilson) e Alex; Willian (Gilsinho) e Adriano. Técnico: Tite.

BOTAFOGO - Juninho; Alessandro, Marquinhos, Marco Aurélio e Alex; Leandro Carvalho (Tiago Ulisses), Glauber, Camilo (Felipe) e Léo Gonçalves; Clebinho (Fabinho) e André Dias. Técnico: Vágner Benazzi.

Gol - Adriano, aos 3 minutos do segundo tempo.

Cartões amarelos - Tiago Ulisses, Alex.

Árbitro - Robério Pereira Pires.

Renda - R$ 561.449,00.

Público - 17.162 pagantes.

Local - Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

 

(Estadão, www.estadao.com.br, 26/2/2012)



 Escrito por blogdocitadini às 09h24 [] [envie esta mensagem] []




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