Blog do Citadini


Qual caminho?

A discussão entre o grupo de oposição santista e o técnico Luxemburgo retoma dificil problema do mundo do futebol. Qual o melhor modelo para atuação do técnico de futebol. Sómente treinar o time,escalando jogadores e definindo esquemas de jogos etc. ou o técnico que assume também as funções de contratação e formação do elenco. Está ai uma discussão quase interminável. O técnico Luxembrugo não esconde que defende o segundo modelo: técnico escala o time mas escolhe jogadores, discute contratos, valores etc. É um misto de técnico  e dirigente. Dirigentes de clube -no geral-  preferem outro caminho. O técnico fica ,prioritariamente, com as funções de campo (treinar, escalar etc) e as definições sobre contratações seria tomada por outro órgão técnico vinculado a diretoria.

Os dois caminhos apresentam riscos .No primeiro -quando o técnico contrata- jogadores comprados passam a ter um vínculo mais forte com o técnico que o contratou do que com o clube. E dai para crise no elenco é um caminho livre. O técnico escala quem contratou e os outros craques  passam a trabalhar em " operação padrão". Reclamações de favorecimento tornam-se comuns e -quando o time  perde- o ambiente fica dificil para todos.Além de favorecimento nas escalações atletas passam a questionar salários e valores das contratações. Quando sómente a direção forma o elenco o problema também aparece. Contratações para atender dirigentes ou amigos e agentes podem ocorrer . E o técnico- não ouvido ao contratar- fica em situação complicada quando chegam as derrotas.

Não há uma fórmula mágica para resolver todos estes problemas. O melhor caminho seria o de uma comissão técnica centrada no treinamento, preparação,escalação da equipe. E as definições de elenco  efetuadas por profissionais do clube ( sem vínculos com agentes de atletas),  ouvindo-se  as àreas  envolvidas (finanças, técnicas, médica etc).        



 Escrito por blogdocitadini às 07h56 [] [envie esta mensagem] []






CBF e SPFC

Há muito tempo  a CBF e o SPFC estão juntos na preparação da Copa/2014. A CBF não gostaria de abrir a Copa em São Paulo. Prefere Belo Horizonte mas sabe que com o novo estádio Brasília será imbatível.O SPFC só não quer que seja construido novo estádio em São Paulo. A CBF sabe que o Morumbi é quase irreformável e ,sem estádio, não haverá abertura por aqui. O SPFC não tem dinheiro nem condições para fazer uma reforma séria do estádio. Portanto ,tudo fica como está. Para a alegria livre da CBF e uma alegria contida do SPFC.

Quando o presidente Ricardo Teixeira afirma que a Fifa já indicou "tudo que deve ser feito" no Morumbi toma o cuidado de não falar em abertura dos jogos. A CBF (fifa) sabe que a reforma é inviável. Esta cada dia mais feliz por poder escolher uma outra cidade para a festa inaugural.

O mico ficará com a prefeitura que escolheu o Morumbi sómente apoiada nos desejos dos tricolores. O tal Comitê Paulista da Copa  tornou-se uma espécie de " Incra dos ricos". "Ocupou"  ilegalmente uma praça para o projeto do SPFC. A CBF poderia devolver o tal " projeto" sómente por esta razão. Aplaudiu. Serve para inviabilizar a abertura por aqui.

Quando o Morumbi foi escolhido para sediar a Copa o SPFC proclamou duas premissas:  1-a reforma seria feita  com dinheiro privado; e 2-o clube atenderia todas as exigências da Fifa. Nada mais falso. Não há dinheiro privado na reforma (reforma?) e não atende ao exigido pela Fifa. E a midia que aplaudiu a reforma " privada" no Morumbi ? Está toda reunida no Xingu preparando versões e versões.

E prefeitura de São Paulo que tanto falou, falou, falou...  e continua... falando.     



 Escrito por blogdocitadini às 07h57 [] [envie esta mensagem] []






Do blog do Virgilio Freire

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Associação pede investigação de investimento da Telefônica

Engenheiros questionam gastos de R$ 2,34 bi no balanço da empresa de 2008

Associação de Engenheiros de Telecomunicações envia carta a órgão do mercado dos EUA dizendo haver "indícios de fraude'; Telefônica nega

ELVIRA LOBATO
DA SUCURSAL DO RIO


A Associação dos Engenheiros de Telecomunicações acusou a Telefônica perante a SEC (Securities & Exchange Commission, responsável por fiscalizar o mercado de ações nos Estados Unidos) de suposta fraude nos dados divulgados no balanço de 2008 sobre os investimentos para a modernização de sua rede em São Paulo.

Em carta enviada à presidente da SEC, Mary Schapiro, o engenheiro Ruy Bottesi, presidente da associação, contesta a informação do balanço de que a companhia investiu R$ 2,342 bilhões na rede no ano passado e afirma existirem ""fortes indícios de fraude" no dado.

A Telefônica não quis responder à acusação do presidente da AET. A empresa disse que não foi informada oficialmente sobre a queixa feita à SEC e que reafirma os dados de investimentos publicados no balanço do ano passado.

Na carta à SEC, Bottesi afirma que a associação consultou todos os fornecedores de equipamentos e de serviços de telecomunicações presentes no Brasil e que nenhum deles recebeu encomenda da Telefônica nem assinou contrato com a Telefônica. Entre as empresas consultadas, o presidente da associação cita Ericsson, Huawei, Motorola, Siemens, Lucent-Alcatel, Nortel e Nokia.

"Não conseguimos companhias que tenham fornecido serviços ou equipamentos [à Telefônica] em 2008. Não há registro de para onde os investimentos declarados foram, nenhum traço", diz a carta, que relata os colapsos no serviço de banda larga da Telefônica, o Speedy, em São Paulo, e diz que a empresa é campeã em reclamações dos consumidores.

No balanço de 2008, a Telesp (concessionária de telefonia fixa da Telefônica no Estado, que ainda mantém sua antiga razão social) informou ter gasto R$ 459,2 milhões no ano passado em desenvolvimento de sistemas e R$ 471,8 milhões em equipamentos de assinantes, entre outros investimentos.

A associação levantou suspeita de que a empresa tenha contabilizado pagamentos de serviços de tecnologia como se fossem investimentos, quando seriam despesas operacionais. ""Apenas uma pequena parte relativa à compra de software pode ser considerada investimento, mas, mesmo os softwares mais caros custam apenas algumas centenas de milhares de dólares, não milhões", diz a associação de engenheiros.

A associação compara o investimento em comunicação de dados declarado em 2008 pela Telefônica (R$ 559,8 milhões) com contratos de valor menor de outras empresas no exterior, e concluiu que o dado seria falso.

""Se eles realmente investiram em banda larga, os colapsos dramáticos da rede em 2008 e em 2009 não teriam acontecido", prossegue a associação na carta.

Outro dado do balanço questionado foi o investimento de R$ 471, 8 milhões em equipamentos de assinantes. Segundo a carta, não fica claro se o investimento se refere a aparelho telefônico ou a modem para banda larga e que, como os preços unitários desses dois itens são de cerca de R$ 30, significaria que a empresa teria substituído 9 milhões de aparelhos no ano, para uma base de 13 milhões de clientes.

Empresa diz que auditoria externa aprovou dados

DA SUCURSAL DO RIO

A Telefônica não quis responder às acusações da Associação dos Engenheiros de Telecomunicações.

Segundo o diretor de Relações Institucionais, Fernando Freitas, todas as informações sobre os investimentos estão nos demonstrativos financeiros que publica trimestralmente e que os dados são examinados e aprovados por auditoria externa.

Ela reafirmou ter investido R$ 2,34 bilhões em 2008 e disse que as autoridades competentes para fiscalizá-la e os mercados acionário e de telecomunicações recebem regularmente a documentação que comprova a veracidade das informações.

"A companhia não vai tecer comentários sobre declarações de terceiros'", respondeu Freitas. Questionado sobre possível ação judicial contra a associação, disse que a tele "sempre se reserva o direito de avaliar e de tomar as ações nas esferas administrativa e jurídica".


Tele cita cláusulas de sigilo em resposta à CVM

DA SUCURSAL DO RIO

Antes de recorrer à agência reguladora dos mercados nos Estados Unidos, a Associação dos Engenheiros de Telecomunicações questionou os dados de investimentos publicados pela Telefônica perante a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), ao BNDES e ao Ministério Público Federal.

A CVM questionou a Telefônica sobre a afirmação de Bottesi de que os fornecedores de equipamentos não confirmavam a existência de contratos com a empresa.

O diretor de Relações com Investidores da companhia, Gilmar Camurra, respondeu à CVM que as empresas, certamente, negaram a existência dos contratos para resguardarem-se dos concorrentes e porque os contratos têm cláusulas de sigilo.

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) concedeu empréstimo de R$ 2 bilhões à Telefônica para ampliação de sua rede.

Em razão disso, a associação levou a dúvida sobre a veracidade dos investimentos ao banco de fomento estatal. Este respondeu, por carta, em setembro, que não poderia dar as informações, por dever de sigilo bancário.


Ministério Público

Já o Ministério Público Federal decidiu instaurar um procedimento administrativo para apurar as acusações.

A Associação dos Engenheiros de Telecomunicações tem sede em São Paulo e foi criada em 1989, nove anos antes da privatização do Sistema Telebrás.

Ruy Bottesi foi engenheiro da Telesp antes da privatização da empresa de telefonia do Estado de São Paulo e agora, segundo declarou à Folha, presta consultorias e é professor em cursos de pós-graduação da Fundação Getulio Vargas na cidade de Campinas (SP).

A entidade ganhou evidência, em julho, quando enviou ao Conselho Consultivo da Anatel um parecer técnico sobre o motivo das falhas no serviço de banda larga da Telefônica.

Comentário do Blog: A Telefonica quando questionada pela CVM sobre os contratos com fornecedores no ano de 2008, declarou que os fornecedores de equipamentos e sistemas de telecom não quiseram informar sobre seus contratos com a empresa devido a uma “claúsula de sigilo”.

Nos meus 40 anos de experiência em Telecom nunca vi uma “cláusula de sigilo”. É algo que acaba de nascer nos laboratórios da Telefonica. Nenhum fornecedor aceitaria isso, pois a divulgação dos contratos é poderosa arma de marketing. Os sites da, Motorola, Lucent, Nokia, Siemens, Ericsson, estão cheios de notícias sobre contratos.

Mesmo que houvesse uma cláusula de sigilo nos contratos “secretos” da Telefonica, esta ao responder à CVM poderia e deveria informar detalhes dos contratos, e solicitar sigilo. A CVM está habituada a manter sigilo sobre grande número de informaçòes das empresas, que se divulgadas de forma leviana poderiam afetar as ações negociadas na BOVESPA.

O silencio do BNDES, que emprestou 2 bilhoes de reais à Telefonica, é estranho. O destino de um empréstimo de 2 bilhoes de reais não é matéria de sigilo bancário – é um contrato público de financiamento sobre o qual o BNDES como banco público tem obrigação de dar satisfações. O BNDES está sendo cúmplice ou está sendo incompetente, ou os dois.

Pelo visto, a empresa espanhola está cada vez mais enrolando-se nas próprias declarações.
http://blogdovirgiliofreire.blospot.com


 Escrito por blogdocitadini às 23h40 [] [envie esta mensagem] []






Chutando o balde

O governo da Espanha decidiu que a partir de janeiro de 2010, encerra o periodo de incentivos fiscais que tanta festa e brilho deu ao campeonato espanhol. No próximo ano a taxa para altos salários será de 43%  e não mais de 24%. Termina assim  um dos "doping" que atraía  jogadores estrangeiros para o " campeonato das estrelas".

O futebol espanhol sempre teve este tipo de incentivo.Os clubes com suas receitas normais (tv, renda, venda de atletas, marketing) não fecham seus orçamentos de forma equilibrada. Sempre foram os favores e incentivos governamentais que permitiram o atual destaque do campeonato espanhol. E ainda temos o permanente apoio bancário (com taxas negativas) que apoiam os clubes em contratações " galáticas". Agora a crise fiscal bateu à porta do Estado espanhol. Estas medidas de janeiro/10 apenas abrem o leque de  mudanças  que  farão o futebol espanhol voltar ao " mundo dos normais".

No futebol brasileiro os clubes enfrentam a concorrência estrangeira sem qualquer favor, vantagem ou incentivo fiscal. É quase inacreditável mais isso só ocorre no futebol ,posto que em  outros ramos da atividade econômica,as empresas gozam de todo tipo de vantagens.

Um futebol profissional sem ajuda fiscal ,concorrendo com o mundo todo, é quase um milagre. Por outro lado permite aos brasileiros sonhar que -num futuro- com a maior força de nossa economia, os  clubes poderão ganhar outra posição no mercado globalizado do futebol.



 Escrito por blogdocitadini às 08h30 [] [envie esta mensagem] []






Cargos e cargos

Se as regras não forem drasticamentes alteradas, em três anos Carlos Nuzman estará fora do Comitê Internacional Olímpico (“CIO”). Ao completar 70 anos, ele será obrigado, pela Carta Olímpica, a deixar a entidade. Ele terá cumprido seu papel naquela organização e deverá conformar-se que será chegada a hora de abrir espaço para gente mais nova. Isso é parte do processo natural da vida. Não é correto Carlos Nuzman tentar alterar os estatutos do CIO para, casuísticamente, manter-se apegado ao cargo assim como as ostras e os mariscos grudam nas rochas.

Assim, pela legalidade, nos Jogos Olímpicos de 2.016, Nuzman não será mais membro do CIO.

Ainda há a possibilidade de que em 2.008, a despeito da vitória da candidatura olímpica carioca, surja uma chapa de oposição para enfrentar Nuzman nas urnas das eleições do Comitê Olímpico Brasileiro (“COB”). É inegável que existe na Assembléia Geral do COB uma insatisfação recôndita por parte das Confederações consideradas “menores”, com relação aos critérios de distribuição do dinheiro da Lei Piva. Poucas Confederações recebem a grande parcela dos repasses de verbas. Outra grande porção fica no próprio COB, para cobrir sua vasta burocracia e altissima e desnecessária  folha de pagamentos. E a maioria das Confederações não recebe aquilo que deveriam para fomentar suas respectivas modalidades. Essa insatisfação, se bem trabalhada, poderá, sim, ensejar uma candidatura vitoriosa de oposoção ao status quo, arrogante. Portanto, pode até ser que em 2.016 Nuzman nem mais esteja à frente do COB. É uma possibilidade que, embora possa parecer remota, não é impossível. Vai depender da competência de articulação dos desgostosos. E que ninguém seja seduzido por benesses da vida fácil.

O fato é que Nuzman quer ser o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Isso não é uma tradição do mundo Olímpico. Muito pelo contrário, nos Países democráticos, o presidente do Comitê Olímpico nacional não acumula o cargo de presidente do Comitê Organizador dos Jogos. Essa função cabe ao Prefeito da Cidade, ou a um empresário. Já há no seio do Governo Federal um sentimento de que Nuzman não deveria acumular a presidência do COB com a de presidente do Comitê Organizador do Jogos. E se o Governo realmente quiser, Nuzman não irá acumular ambos os cargos. Quem vai pagar a conta é o Governo Federal. E é natural que queira a presidência do Comitê Organizador para alguém de sua confiança.

Ter a mesma pessoa nos dois cargos dificulta sobremaneirta que a necessária transparência no manuseio do dinheiro público requer.

Se o Governo quiser evitar que com as Olimpíadas ocorram os mesmos desmandos que houve nos Jogos Pan Americanos, cujos diversos processos estão, hoje, tramitando no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal, é premente que a presidência do Comitê Organizador esteja em mãos diferentes do atual presidente do COB.

É assim que ocorre nas potências olímpicas.



 Escrito por blogdocitadini às 08h31 [] [envie esta mensagem] []






Do blog do Juca

O Brasil é um Fla-Flu

Nada mais no Brasil parece ser avaliado sem a busca de segundos interesses.

Difícil dizer se as pessoas em geral julgam as demais pelo que elas são ou se, de fato, não há mais clima nem para uma informação.

Bem apurada e desinteressada, aqui mais uma vez reiterada, vinda de alguém que de política não entende e nem quer entender nada, apenas estava numa festa descolada.

Ah, mas se prejudica A é coisa de S.

Ou do PT.

Brilhantes, sagazes, Maquiavel teria inveja de analistas tão sofisticados.

Mas o cara vive criticando o PT, virou um fracassomaníaco (termo de FHC para criticar os petistas, mas recentemente adotado por alguns deles), ficou contra até o Rio-2016, argumenta outro.

Então é coisa de S mesmo.

E, aí, por mais que o cara tenha revelado que votou no Lula contra o Serra e anulado o voto, já desanimado, quando o páreo ficou entre Lula e Alckmin, é preciso achar um rótulo.

Então, fica engraçado.

Os que se julgam de esquerda passam a, taticamente (Lênin?), defender Aécios.

E a direita chic defende mesmo, no clube dos cafajestes tuiteiros, por exemplo, porque amigo é pra essas coisas.

Uma certa esquerda recente que apareceu na imprensa, diga-se, que calou durante a ditadura brasileira, mas que hoje, de má consciência e sem correr riscos, se faz de corajosa.

Já a elite branca, o termo é do insuspeito Cláudio Lembo, não entende por que o Brasil tem um inculto na presidência, a Bolívia tem um índio, a Venezuela um caudilho, o Paraguai um padre pedófilo, o Uruguai está em vias de ter um ex-guerrilheiro Tupamaro e por aí afora, tudo gente incapaz de se comportar bem numa festa chic, que gospe no chão e palita os dentes.

Não entende que foi ela quem, depois de mais de 500 anos de dominação e exploração, não conseguiu mais manter tampado o que queria explodir.

E explodiu.

Agora, aguenta.

Corre, blinda, vira gueto, se horroriza e mente, desqualifica, tenta sobreviver com seus privilégios nas Daslus da vida e suas lavagens de dinheiro, porque é isso, dinheiro é o critério do sucesso, seja como for.

Perfumados, engomados, mas cada vez mais amedrontados, embora chegados a um brilho aqui ou ali porque ninguém é de ferro.

E, ora bolas, desde quando uma bolacha na moça descontrolada é notícia, né não?

Notícia legal é a plantada, na praia, porque o amor é lindo e tudo perdoa, me bate que eu gamo.

E me engana que eu gosto.

Minas está onde sempre esteve e nada a moverá.

O Brasil nem tanto, se move, ao menos, o que não é pouco, incluindo excluídos que, segundo FHC, jamais poderiam sê-lo, infelizmente haveriam de morrer à míngua.

Mas, que diacho, não é que os que acabaram de chegar se deram conta que o cheiro de um Dior é muito mais agradável que o da graxa.

Engraxemo-nos, todos, pois, com Dior, é claro.

E, aí, quem, decepcionado, critica, denuncia, fiscaliza, é derrotista, moralista, até paulista, se a crítica for ao mau momento do Fluminense.

Seria tudo muito divertido, não fosse medíocre.

E pusilânime, dos dois lados.

Que, por sinal, se merecem.

http://blogdojuca.blog.uol.com.br



 Escrito por blogdocitadini às 08h28 [] [envie esta mensagem] []






Empate

Ronaldo marca dois e Timão empata com o Palmeiras
Debaixo de sol forte em Presidente Prudente, o Corinthians enfrentou o Palmeiras em partida válida pela 33ª rodada do Brasileirão buscando quebrar a série de três anos sem vencer o rival. Em um grande jogo, o Timão teve um a mais desde o primeiro tempo, quando Marcos foi expulso após fazer pênalti em Jorge Henrique. Ronaldo fez dois gols, mas o Palmeiras conseguiu empatar o clássico.

A partida começou em ritmo lento devido ao forte sol que castigou os jogadores no Prudentão. Com muita briga no meio de campo pela posse de bola, o jogo truncado do inicio da partida não ofereceu muitas chances de gol. O Palmeiras buscou furar a linha de impedimento feita pela defesa alvinegra, principalmente nas costas do paraguaio Balbuena, que jogou hoje na lateral esquerda do Timão.

Já o Corinthians sofria com o excesso de faltas do adversário, que tentava quebrar o ritmo de jogo do alvinegro. A primeira boa chance do Timão veio aos 30min, quando Ronaldo recebeu na entrada da área, pedalou e chutou cruzado, mas a bola saiu à esquerda do gol adversário. Aos 35min, brilhou a estrela do camisa 10 do Corinthians: Defederico fez ótima enfiada para Jorge Henrique, que, sozinho, invadiu a área e tentou driblar Marcos, que derrubou o atacante dentro da área. O arbitro marcou pênalti e expulsou o goleiro do Palmeiras. Ronaldo bateu com categoria e colocou o Timão em vantagem no clássico.

A segunda etapa começou com o Timão atacando. Jorge Henrique lançou Ronaldo, que ganhou na velocidade e driblou Danilo dentro da área. Na hora do chute, o zagueiro se recuperou e ficou com a bola. Logo em seguida Figueroa cobrou falta pela esquerda e Danilo, sozinho, desviou de cabeça para o gol, empatando a partida.

O Palmeiras até tentou crescer na partida após o gol de empate, mas o Corinthians soube trabalhar bem a bola e aproveitar a vantagem numérica em campo. Aos 20min mais uma vez o argentino Defederico apareceu com maestria fazendo excelente enfiada para Ronaldo, que tocou na saída de Bruno e colocou o Timão na frente novamente! Mas aos 38min, Figueroa cobrou falta pela direita e Mauricio Ramos, sozinho, cabeceou para empatar novamente o clássico.


Com o resultado, o Corinthians chega aos 46 pontos na classificação. O próximo desafio do Timão será domingo que vem, contra o Santo André, no Pacaembu.
Agência Corinthians
(SC Corinthians Paulista, www.corinthians.com.br, 01/11/2009, 18h06)


 Escrito por blogdocitadini às 18h47 [] [envie esta mensagem] []




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