Blog do Citadini


Copa 2014 IV

Tudo que cerca a insustentável candidatura do Morumbi para a Copa de 2014 faz pensar como o ser humano pode ser irracional, às vezes. Ou, pior, a que ponto as pessoas são capazes de chegar, traindo a confiança e os interesses dos grupos sociais que que os elegeram mandatários máximos.

Alexandre | alexjk@yahoo.com.br | 



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Copa 2014 III

Apesar da evidência dos interesses das partes envolvidas (exceção feita aos nossos governantes...), a direção corinthiana, inexplicavelmente, manifesta desinteresse na construção de um novo estádio (ao pleitear o arrendamento do Pacaembu, que se constituiria no maior erro administrativo de toda a história do Corinthians) e apoia, explicitamente, a candidatura Morumbi (conforme verificado no evento ocorrido naquele estádio, que contou com a presença do presidente do Corinthians Andres Sanchez, ao lado do presidente corinthiano do Brasil Lula).

Alexandre | alexjk@yahoo.com.br |  31/10/2009 00:27



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Copa 2014 II

Mais estranho ainda do que o comportamento dos polícos é o comportamento da direção do Corinthians na trama que tem como principal (embora às vezes implícito) motivo a construção, ou não, de um novo estádio na cidade de São Paulo. A questão é cristalina: a cidade precisa de um novo estádio que esteja à sua altura para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014; o São Paulo teme não conseguir sustentar o Morumbi, a partir do advento de um novo estádio paulistano; esse novo estádio, inevitavelmente, passaria a ser utilizado pelo Corinthians para mandar seus jogos, pois não há um estádio, hoje, que possa ser considerado adequado para dimensão da torcida corinthiana.

Alexandre | alexjk@yahoo.com.br



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Copa 2014

Essa candidatura do Morumbi para a Copa é um escândalo, um show de desfaçatez, uma piada de péssimo gosto. O Morumbi é um desastre arquitetônico irremediável. O governador Serra, que praticamente lançou a candidatura, e o prefeito Kassab (juntamente com alguns secretários militantes da causa do clube do Jardim Leonor), que tenta sustentar esse absurdo, deveriam sofrer uma investigação profunda, tanto no âmbito político (através de CPI) quanto do âmbito da justiça (através do Ministério Público). É tão evidente a falta de condições do Morumbi, que desmoraliza a cidade de São Paulo e é alvo de autênticos esculachos da FIFA, que não resta outra alternativa, senão duas, para avaliar os homens públicos que insistem nessa candidatura: ou são incompetentes, ou, conscientemente, estão agindo contra o interesse público e o bem comum dos paulistanos.

Alexandre | alexjk@yahoo.com.br 



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Grande Timão

O ibope do Timão

A vitória ontem do Corinthians sobre o Vitória rendeu à Globo uma de suas maiores audiências no Brasileirão: 31 pontos na Grande São Paulo.

Por Lauro Jardim

http://veja.abril.com.br  (radar-on-line)


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Do Blog do Vico

Importante vitória. Agora o Derby!

http://blogdovico.blospot.com

 

No jogo que antecede o clássico diante o Palmeiras, o Corinthians vence o Vitória no Barradão em Salvador.

Com Dentinho no banco de reservas, Mano Menezes iniciou a partida com o argentino Matias Defederico.

Já o Vitória, do técnico Vagner Mancini, sacou o artilheiro do time, Roger e optou pelo atacante Leandrão. Na zaga, Fábio Ferreira, desafeto da torcida Corinthiana e um dos que participaram do time da queda em 2007.

O primeiro tempo de poucas chances teve o Vitória mais próximo do gol.

Aos 27 minutos das poucas bobeadas da zaga do Timão, Leandrão aproveita cruzamento após bate-e-rebate na área e por pouco abre o placar, a bola bateu na trave e aos 39 minutos, em cobrança de escanteio, Wallace cabeceia e Felipe faz grande defesa.

A única chance do Corinthiana nasceu de uma cobrança de falta sofrida por Defederico, aos 09 minutos, na intermediária, Ronaldo, em bela jogada ensaiada, colocou Chicão na cara do gol, o zagueiro driblou o goleiro Viafara, mas finalizou pra fora.

Ainda no primeiro tempo, Marcelo Oliveira que ainda não se encontrou em campo, aos 30 minutos, sentiu uma lesão e deu lugar ao paraguaio Edgar Balbuena.

O Corinthians, diferente dos últimos três jogos, mostrava-se mais organizado com a defesa bem postada e segura. O meio campo com Edu, Elias, Jucilei e Jorge Henrique correndo o campo todo, mostrava-se mais pegador e com a entrada de Boquita no lugar de Edu aos 13 minutos do segundo tempo, melhorou ainda mais.

Com a ligeira melhora, mesmo assim, a bola custava a chegar ao ataque. Ronaldo pouco fez, mesmo marcado pelo fraco Fábio Ferreira, quase não pegou na bola.

O argentino Defederico, jogando de fato, no lugar onde está acostumado, teve participação regular, foi o jogador Corinthiano que mais sofreu com a marcação dura do time baiano. Logo no primeiro minuto de jogo, um pouco mais de capricho numa bola sobrada na área, Matias teria feito o primeiro gol do jogo, mas a finalização foi por cima do gol. Mas aos 21 minutos do segundo tempo, Defederico recebe passe perfeito de Jucilei, e frente a frente com o gol, com muita consciência, toca na saída de Viafara para marcar seu primeiro gol com a camisa do Timão.

Dentinho entrou faltando nove minutos para acabar o jogo, o suficiente para estragar uma tabela com Ronaldo, que seria gol certo.

O Corinthians mostra melhora no posicionamento dos jogadores, mas a insistência de Mano Menezes nesse esquema táctico não me agrada, um time que tem Ronaldo como atacante, não pode deixar que em 90 minutos, a bola chegue no Fenômeno apenas três, quatro vezes.


Nota: a atuação do arbitro gaúcho Marcio Chagas da Silva foi impecável durante toda a partida. Há muito tempo não víamos alguém apitando visando apenas a partida, o espetáculo.

Direta no Fígado:

Melhor em Campo: Jucilei

Pior em Campo: Marcelo Oliveira.


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Do blog do Timão

Vitória 0 x 1 Timão, gracias Señor Ferreira!

CALÇÃO BRANCO NÃO! MIL VEZES NÃO! XÔ!!!  QUEIMA ISSO!!!

Tremendo exagero achar que dois times de calção preto confunde. Então a gente olha a bunda do cara para quem vai passar a bola?

O jogo começou muito fraco tecnicamente, com muitos chutões e uma falta bizarra do Fabio Ferreira (lembra dele? Melhor não, né?). Dessa falta surge uma jogada ensaiada do Timão muito bacana e que eu recomendo a todo mundo assistir (para quem não viu, ocorre aos 8/9 minutos). Foi o ápice da partida (e do Timão nos últimos 2 jogos).

Elias destoava um pouco do lixo técnico. E esse lixo era tão fétido, que aos 11’, Elias toma uma entrada no tornoza que o correto é expulsar. Mas, no Brasil, prefere-se expulsar por reclamação ou expulsar o jogador badalado. Expulsar imbecis parece que a FIFA proíbe. Mas vai chutar uma bola em impedimento: você virá o crápula da partida!

Taticamente, Mano optou por fixar Elias/Edu como volantes de contenção e soltar Jucilei como meia avançado pela direita, enquanto DF atuava improvisado como meia centralizado. Isso deu muito mais pegada para o nosso meio em relação à partida anterior.

O Vitória cometia um erro infantil ao empurrar os dois laterais como verdadeiros alas, pois, qualquer bola rápida nossa, encontrava Alessandro/Jucilei com bom espaço para desenvolver as jogadas. Do lado esquerdo, JH travava sua batalha pessoal com o Róbson sem o apoio de MO que, contundido, foi substituído pelo Balbuena ainda no primeiro tempo. Essa substituição (acho que foi aos 30’) aumentou nossa presença de ataque pela esquerda e o jogo, que era equilibrado, virou nosso com boa margem (mas não aproveitada pela armação). Ponto para todos nós que sempre cobramos um lateral esquerdo de origem por ali (e ele nem precisa ser muito bom, pois o Balbuena é lateral direito de origem).

Do lado deles ninguém se salvava, nem o Ramon (lembra dele? Timão tentou contratar esse cara umas 2.043.094 vezes e nunca conseguiu).

No primeiro tempo o jogo foi… ruiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmmmmmmm!

O segundo tempo começou como terminou o primeiro: domínio tático nosso, mas um jogo ainda fraco tecnicamente.

Aos 12´, Edu, muito cansado, deu lugar ao Boquita. Assim, Jucilei recuou para a posição do Edu, DF foi para a posição dele (meia-avançado pela direita) e Boquita foi para a armação (mas com aquele “quê” de jogar escondido pela esquerda).

E para quem gosta de lance bizarro, aos 18’, o goleirão deles tenta um gol contra.

Aos 21’, um erro bizarro de marcação do Vitória deixa DF livre na entrada da área (lembra do Fabio Ferreira? Hehehe!)  e Jucilei, que aparece na meia-armação igualmente livre, nem acredita que o DF está em condições na hora do passe: 0 x 1 Timão, gol merecido do gringo que, dos 22 jogadores em campo, era um dos dois a tentar o gol (o outro era o goleiro deles).

Note que Jucilei aparece no lance como um típico volante que avança e faz rapidamente o passe, mostrando nítida evolução tática. (Mas, só porque eu elogiei, lá pelos 30 e tantos ele aparece como ponta esquerda em profundidade…)

O jogo então caminhou com o domínio corinthiano e sem grandes emoções até que, num escanteio lá pelos 40’, o inesquecível Fábio Ferreira cabeceia a cabeça do Alessandro (lance assustador).

Gostei da dupla Elias/Edu mais fixa, mas não gostei nadinha do DF como meia centralizado – nem porte físico ele tem para jogar ali.

Edu foi acertando o posicionamento ao longo do jogo (parecia um pouco adiantado no começo?), mas é nítido que ele antecipou a volta do DM. Ainda não tem condições de jogar 90 minutos na posição de maior rigor físico do futebol. Para o derby, meu voto é Moradei.

O nosso problema é que os verdes não jogarão tal mal quanto o Vitória jogou ontem.



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Timão vence

Defederico faz seu primeiro e Timão derrota Vitória
Agência Corinthians
29/10/09 00h03
O Timão voltou a vencer. Mais que isso, chega com moral para enfrentar o maior rival no domingo. Diante de um dos melhores mandantes do Brasileirão, o Vitória, Defederico decidiu. Uma bola cara a cara com o goleiro foi o suficiente para garantir o triunfo ao Corinthians, que respira na competição e volta a vencer após dois jogos.

Muita marcação, velocidade, mas também muitas faltas e pouca criação. Foi assim o primeiro tempo da partida em Salvador. Defederico, logo no início, teve e a primeira oportunidade. E durante muito tempo foi só – nova chance alvinegra só apareceria com Ronaldo aos 43min.

Os ataques esbarraram nas defesas adversárias, que foram ainda beneficiadas pelo mal estado do gramado. Pelo lado do Vitória, o jogo pelas pontas predominou: Leandrão completou cruzamento e, de cabeça, acertou a trave, enquanto Wallace fez Felipe se esticar inteiro para evitar o gol.

A segunda etapa começou com a mesma pegada defensiva. Os jogadores de ambos os times chegavam duro na marcação. Tanto que a primeira chance de gol criada pelos corinthianos terminou nas redes. Apenas aos 22min, Jucilei achou Defederico livre na entrada da área. O argentino dominou e, na saída de Viáfara, não perdoou: 1 a 0 para o Timão.

Mesmo em desvantagem no placar, os donos da casa tinham dificuldade para penetrar na defesa corinthiana. Os visitantes, por sua vez, passavam a explorar contra-ataques. Nos minutos finais, o Vitória ainda tentou pressionar, mas sem sucesso. Os três pontos eram alvinegros.

Com o resultado, o Corinthians não só volta ao caminho das vitórias como ainda chega com moral para o clássico do próximo domingo contra o Palmeiras. A equipe é agora a nona colocada, com 45 pontos conquistados.
corinthians.com.br


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Dinheiro público?

Estádios privados podem ter R$ 1,2 bi do BNDES para Copa

Laryssa Borges
(http://terra.com.br/)
 O minisstro do Esporte, Orlando Silva, confirmou nesta terça-feira que os estádios do Morumbi (do São Paulo), Beira Rio (do Internacional) e Arena da Baixada (do Atlético-PR) terão direito a captarem juntos R$ 1,2 bilhão do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para benfeitorias nos arredores, reformas e adaptações para a Copa do Mundo de 2014.

O pacote de financiamento aprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva permite que cada arena tenha direito a receber R$ 400 milhões, montante que pode equivaler aos custos de, no máximo, 75% da obra.

Os nove estádios públicos que sediarão o Mundial de futebol também terão esse benefício, mas Estados e municípios responsáveis pelos projetos precisarão buscar em outras fontes de recursos o financiamento complementar aos R$ 400 milhões para a conclusão das obras.

"O presidente autorizou bater o martelo no caso do financiamento do BNDES. É o financiamento com o teto de R$ 400 milhões (por obra). Vai ser permitido para (estádio) público as mesmas características dos privados. Os privados têm de oferecer as garantias, que têm de passar pela análise de risco do banco ou um agente financeiro que tome empréstimo para financiar a operação privada", disse o ministro.

As condições de financiamento contemplam prazo de carência de 36 meses, 12 anos de período máximo para pagamento junto ao BNDES e taxa de juros equivalente à TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo, hoje em 6% ao ano), acrescida de 1,9%.

"O que validamos hoje e deve ser combinado com o BNDES depois são as condições do financiamento da construção ou reformas das arenas", afirmou Orlando Silva. O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve se reunir na quinta-feira para aprovar resolução que viabilize o financiamento dos estádios.

Blog do Citadini:

                        Alguém lembra do nome dos jornalistas e blogs que andaram dizendo que  "dinheiro do BNDES não é público, é privado ". Interessante.Banco "privado" que anuncia empréstimo em comunicado do Ministro dos Esporte por mando do presidente da República. E aquela história de que o "Morumbi será reformado com dinheiro privado e atenderá as normas da Fifa". Esqueceram. Sem querer ser pessimista creio que só haverá "empréstimo" caso os  clubes recebam dinheiro á fundo perdido. Com garantias e pagamento  nada vai prá frente. E uma pergunta final : quem será o louco do diretor do BNDES - em último ano de gestão- que aprovará um empréstimo  que enrolará sua vida até 2032.



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Grande Idário



Ao eterno Deus da Raça

 

Foi realizada na tarde de Sábado, dia 24 de Outubro, no Cemitério da Quarta Parada, em São Paulo, uma homenagem ao eterno Idário.

 

O “Deus da Raça”, como era chamado, faleceu no dia 18 de Setembro, no pronto-socorro da Praia Grande.

 

Por meio de contribuições de corinthianos e membros das comunidades do Corinthians no Orkut, foi confeccionada uma bela placa para a lápide do ídolo, que no sábado foi finalmente instalada na sepultura.

 

Na ocasião, foi lida uma mensagem de agradecimento ao eterno médio-direito, tido como o jogador mais raçudo que já envergou o sagrado manto corinthiano. Amigos corinthianos e a viúva de Idário estiveram presentes.

 

Foi uma homenagem modesta, mas singela e emocionante, digna do nosso Idário. E, por isso, quero agradecer de coração a todos os colaboradores, que confiaram e contribuíram, pois tornaram possível não só a confecção da placa para a lápide, mas também a reforma do jazigo, que já foi iniciada.

 

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Observação: O  mesmo grupo de corinthianos pretende agilizar a limpeza e reforma das praças Luiz Trochillo e Vicente Matheus, em homenagem ao grande pequeno polegar e ao eterno presidente, respectivamente. Ambas as praças, uma na Vila Carrão, outra na Mooca, infelizmente estão abandonadas, repletas de entulhos. E todos estão convocados a participar conosco desta ação pela preservação da memória corinthiana.



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Do blog do Timão

Timão 0 x 1 Cruzeiro, resultado normal.

por Álvaro de Campos
Cantamos a bola antes do jogo e Dente apareceu jogando pela direita. A coisa funcionou e conseguimos segurar o setor esquerdo do Cruzeiro, que contava com Gilberto caindo por alí.
No nosso meio, a impressão que dava era um sistema de rodízio entre nossos três volantes (Edu, Elias e Jucilei) para ver quem ficava como primeiro volante. Péssima idéia.

Aos 40’, ficou patente a nossa falta de pegada na marcação: numa das poucas jogadas de ataque do Cruzeiro, a bola é trocada em passes longos de fácil interceptação e Gilberto faz 0 x 1 Azuis (eu não achei ninguém impedido, pois o Gilberto está atrás da linha da bola). Não interessa muito pontuar que o Jucilei, mal posicionado, saiu lá da nossa área para marcar o Marquinhos Paraná, pois ele não é um primeiro volante; nem que o M.O. falha bisonhamente na marcação do atacante que cai pela esquerda, pois ele não é lateral esquerdo.

Cabe um parênteses: M.O. tem histórico como ala, o que fica patente quando notamos que ele compõe bem o meio de campo como um meia pela esquerda, mas é medíocre na marcação de quem cai mais agudamente pela nossa esquerda (como nem chegou a ser o caso do gol) pois ala não é lateral.

Como comentei antes do jogo, time do Adilson Batista se preocupa primeiro em anular o adversário e foi isso o que se viu.

No segundo tempo, o maior poder de marcação dos três volantes do Cruzeiro ficou ainda mais pronunciado, até que aos 10’, JH perdeu um gol que se chuta e não se cabeceia. Dente inverteu com JH e aparecia pela esquerda, tentando aproveitar a lentidão do zagueiro Gil.

Aos 12’, sai Dente contundido e entra DF.

Nesses momentos de Dente/DF pela esquerda, Gilberto começa a aparecer livre pela nossa direita. Mano percebe que não adianta e, aos 17’, nova inversão: DF está pela direita.

Aos 19’ entra Boquita no lugar do cansado Edu. (Edu tinha o nosso toque mais refinado até então). A idéia foi fixar Elias/Jucilei como volantes, Boquita mais à frente e recolocar o Timão no padrão tático do primeiro semestre. O problema nem é tanto a consagrada lentidão do Boquita, mas a sua falta de voluntarismo: ele raramente se coloca para receber e quer jogar escondido pela esquerda. Assim não dá, pô!

Pouco a pouco, o time que marca melhor domina a partida e nos empurra para a defesa. A marcação “curta” do Cruzeiro dá a impressão que erramos passes e mais passes, quando tudo não passa da supremacia de quem se mata pela marcação por função (=o que mostra como o nível desse brasileirão é tosco).

Aos 32’, Fernandinho é expulso num erro de arbitragem. Com 1 a mais, não mudou nada e sem armação viramos um bando.

Aos 39’, entra Edno, que não relou na bola, e sai o esforçado Jucilei, que eu não tiraria. Melhor seria tirar ou um zagueiro ou um lateral – substituição muito óbvia. Era só somar: tínhamos 1 a mais, perdíamos numericamente o meio, eles só atacavam com o nota 4,5 Thiago e… Estávamos perdendo!  Tira um zagueiro, pois você não precisa mais da linha de quatro, você precisa de força no meio.

E foi um sofrimento aguentar esse jogo!

Tirando a jogada em que Dente chuvera para R9 e este coloca JH na cara do gol, não lembro de nenhuma jogada construída pelo Timão. Era tudo obra do acaso.

A cornetagem vai, pela enésima vez, pontuar alguns jogadores. A verdade, pela enésima vez, é que não tínhamos nem armação nem lateral esquerda. Resolvidas essas duas funções táticas, o Corinthians pode jogar de igual para igual com o Cruzeiro. Sem isso, perder de 0 a 1 é resultado absolutamente normal.

E se alguém falar que o Willian jogou mal precisa ser mais atento ao erro de escalação do nosso meio.

Arbitragem: por favor, arrumem outro emprego para o rapaz, que ele não serve para ser juiz de futebol. O amarelo que ele deu para o Felipe foi qualquer coisa. No lance da confusão Elias x Fernandinho, se ele sabia que o Fernandinho já tinha amarelo e o Elias não, ou dava vermelho para dois ou não dava aquele amarelo ridículo para os dois.

Ah, e o comentarista do PFC não perceber que o Fernandinho tomou 2º amarelo é dose.

Ah (2), e normal também será perder o derby no clássico pantanero de R$ 50,00 no próximo Domingo.



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Do blog do Vico

 

Coloca na conta aí: mais uma derrota!

 

O jogo nem bem havia começado, Ronaldo recebeu a bola dentro da área e fez um salseiro na zaga do Cruzeiro, um corte sensacional em Gil e um drible em Cláudio Caçapa, na hora do golaço, o chute bate na zaga e sai para escanteio.

O Fenômeno, mostrando muita vontade no início de jogo, aos oito minutos recebe cruzamento de Edu e marca, mas o arbitro da posição irregular de Ronaldo.

O Corinthians com Dentinho inspirado tentava tomar conta do jogo e o Cruzeiro nos contra-ataques aproveitava as falhas de marcação do Timão.

Aos 15 minutos, Guerrón chute forte de fora da área e obriga o goleiro Felipe a fazer boa defesa.

O Timão tenta explorar a velocidade de Elias e Dentinho mas a defesa cruzeirense sobre sai.

Com Ronaldo muito bem marcado, Jorge Henrique aproveitava as brechas, e aos 35, em lançamento de Dentinho, Jorge finaliza por cima do gol, quase o primeiro gol do Timão.

O Corinthians pressionava, partia pra cima, mas foi surpreendido. Fabrício, após bela triangulação do ataque cruzeirense, lança Gilberto que em posição irregular, marca o primeiro gol do jogo, aos 40 minutos de jogo.

O primeiro tempo foi equilibrado e sem muitas chances reais de gol. As duas equipes correndo muito, mas errando muitos passes. O Corinthians um pouco melhor, acabou indo para o intervalo com a desvantagem no placar.

O segundo tempo começa sem nenhuma alteração.O Corinthians pressionando e buscando o empate.

O Cruzeiro com a vantagem, segurando a pressão Corinthiana, quase sempre com falta.

Aos dez minutos, Dentinho faz belo lançamento a Ronaldo. O Fenômeno escora de cabeça para Jorge Henrique que também de cabeça obriga Fábio fazer milagre no Pacaembu e evitar o gol de empate.

Aos 12, Dentinho que estava jogando bem, sai lesionado e dá lugar a Defederico.

Aos 19, Edu, cansado, dá lugar ao jovem Boquita.

Aos 28, Elias e Fernandinho se desentendem e o tempo fecha no Pacaembu.

Após empurra-empurra, o arbitro expulsa Fernandinho e dá cartão amarelo para o volante Fabrício do Cruzeiro.

Com um a menos, o Cruzeiro que procurava o segundo gol, se fechou e passou a segurar o placar que o favorecia.
Aos 40, sai Juciley para entrar Edno, que faltando poucos minutos para acabar o jogo, nada fez.

E mais nada aconteceu!

Ao menos os jogadores Corinthiano correram e lutaram, mas ganhou o jogo quem ainda tem interesse no campeonato.

Ao Corinthians, como há muito estamos dizendo aqui, para acabar o campeonato de vez, resta o Derby.

Direta no Fígado:

Melhor em Campo : Elias

Pior em Campo: Marcelo Oliveira.
http:/blogdovico.blogspot.com


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Derrota no Pacaembu

Gol não sai e Timão perde para o Cruzeiro em casa
Agência Corinthians
25/10/09 20h28
Boas chances até foram criadas, mas em uma partida disputada em ritmo lento e com muitos passes errados e equívocos da arbitragem, o Timão foi superado pelo Cruzeiro por 1 a 0 em pleno Pacaembu. O início até sugeria uma melhor sorte para os alvinegros. A expulsão de um rival a 15 minutos do fim também, mas o gol simplesmente não saiu na noite deste domingo.

O Corinthians começou o jogo indo para cima dos visitantes. Inspirado, Ronaldo deu trabalho aos defensores rivais. Logo no primeiro minuto, recebeu pela esquerda, passou por dois dentro da área, mas na hora do chute foi travado. Pouco depois, chegou a marcar, porém o impedimento já havia sido anotado.

Após o bom início, o ritmo da partida caiu no Pacaembu. O Cruzeiro equilibrou e tentou responder com Guerrón e Diego Renan, em lances que Felipe evitou o gol com segurança. O Timão, por sua vez, criou com Jorge Henrique, primeiro em tiro de longe e depois em cruzamento da direita, e poderia ter aberto o placar. No mais, ambos os times erravam muitos passes.

O confronto seguiu com pouca movimentação até a parte final da primeira etapa. Aos 41, entretanto, os cruzeirenses sairam na frente. Thiago Ribeiro achou Fabrício na direita; este cruzou para Gilberto, que, em posição duvidosa, apareceu nas costas da zaga alvinegra e fez 1 a 0.

O segundo tempo começou da mesma forma do primeiro, com os corinthianos indo para cima. Logo no primeiro minuto também, Edu arriscou da entrada da área e quase empatou. Dois minutos depois, foi a vez de Jucilei tirar tinta das traves de Fábio. Aos 10, na melhor oportunidade, Dentinho lançou para Ronaldo, que tocou no meio para a chegada de Jorge Henrique. O atacante completou e o goleiro cruzeirense fez boa defesa.

Defederico entrou no lugar e Dentinho e o panorama não mudou. A pressão seguiu ao longo da partida, mas o Corinthians tinha dificuldades de penetrar na defesa rival. O Cruzeiro, por outro lado, valorizava a posse de bola quando a tinha e ficava à espera de contra-ataques quando os donos da casa iam para cima. Buscando novas opções, Mano Menezes colocou Boquita no lugar de Edu.

Aos 30, o clima esquentou em campo. Uma discussão entre Elias e Fernandinho terminou na expulsão do cruzeirense, que já tinha amarelo. A vantagem numérica, entretanto, não foi o suficiente para que a equipe conseguisse superar a defesa adversária.

O resultado mantém o Corinthians com 42 pontos e na 12ª posição no Brasileirão. No meio de semana, vai a Salvador encarar o Vitória pela 32ª rodada da competição. Já o Cruzeiro foi a 48 pontos e assumiu o sexto posto.
corinthians.com.br


 Escrito por blogdocitadini às 08h14 [] [envie esta mensagem] []






Krassimira Stoyanova

Krassimira Stoyanova nasceu na Bulgária, debutou em 1995 em produções do Opera National de Sofiya, interpretando vasto repertório: Rigoletto (Gilda), Le Nozze di Figaro (Susanna); inclusive Antonio Carlo Gomes, Il Guarany (Cecilia), e Fosca (Delila).
Tornou-se mundialmente conhecida após obter sucesso no Metropolitan Opera de Nova Iorque: La Traviata (Violetta), no Nationaloper Helsinki: Le nozze di Figaro (Gräfin), e em Israel no New Opera Tel Aviv: La Juive (Rachel).
Acompanhem aqui alguns momentos desta nova diva.

Luisa Miller



Otello



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Sem mudança

O custo do clube social disparou…

por Álvaro de Campos (do http://bloguedotimao.wordpress.com)

Já que futebol acabou esse ano, abri o balanço do clube e fiz algumas comparações.
Quando se compara o balanço de até agosto/09 com o de fechamento de 2008 (o de agosto/08 não achei) , publicado no saite do corinthians, tiram-se algumas constatações:

  • Boa, mas nem tanto, pois tá inflacionado: as receitas com futebol dispararam por conta da venda de produtos e da receita de bilheteria;
  • Boa, mas estranha: sem explicações, o “a receber” da parte Jô/Betão aumentou em R$ 5 milhões (de 2 para 7) em relação ao balanço de abril – provavelmente, isso vem do número e valor das parcelas de venda;
  • Ruim: a dívida com salários já chega a R$ 9 milhões (contra R$ 1 milhão em 2008), as “obrigações contratuais” chegaram em R$ 13 milhões (R$ 800k em 2008);
  • Podia ser melhor: empréstimos bancários caíram mais um pouco, estamos em R$ 17 milhões (contra R$ 23 milhões em abril/09 e R$ 25 milhões em dezembro/08). Esse é o dinheiro que se pega na emergência do caixa negativo (não imagino que se pegue dinheiro no banco para compra de jogadores);
  • Péssima: o clube social, que fechou 2008 com R$ 1 milhão de déficit, até agosto/09, já está a mais de R$ 8 milhões negativo. Notadamente, os custos dispararam (estamos, em ago/09 a R$ 2 milhões de superarmos todo o ano de 2008). Uma ressalva deve ser dada, pois é normal que a receita aumente significativamente com as festas de fim de ano. Por outro lado, cai por terra o discurso de melhoras na administração da parte social.

O que parece evidente é que o Corinthians nunca elaborou um plano para equacionar definitivamente o problema de sua parte social. Note-se, a título de exemplo, que o maior sucesso comercial de mkgt do clube em toda a sua história – as franquias “Todo Poderoso Timão” – renderam os mesmos R$ 8 milhões que o clube social gerou de déficit até o momento.

Isso é muito grave, pois o clube tem uma dívida monstruosa e não poderia ter setores gerando déficit (em que a receita não paga os custos).

Não sou sócio do clube, mas esse problema da parte social gerar déficit parece ser um problema crônico nos clubes de futebol. Quais são as causas disso? Têm solução?

http://bloguedotimao.wordpress.com



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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Bela Vista, Homem, de 56 a 65 anos, Portuguese, Italian, Arte e cultura, Esportes





     
     




    Página de Antonio Roque Citadini
    Jornal "O Expresso"
    Notícias do SC Corinthians Paulista
    Sovietic News
     
     

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