Blog do Citadini


Tricampeão



A conquista da terceira Copa do Brasil pelo Corinthians é um grande feito na nossa história! Esta Copa é uma importantíssima disputa entre clubes brasileiros, similar à que ocorre em outros destacados países futebolísticos, sendo sua relevância apenas ultrapassada pelo Campeonato Brasileiro.
Sua dimensão vai muito além de classificar o campeão para a Copa Libertadores, como informa, equivocadamente, a mídia, especialmente a parcela anti-Corinthians. É uma conquista de muito valor e o Clube enriquece sua história com mais esse troféu. Reduzi-lo a um "torneio classificatório" é uma demonstração de que o "vírus" comercial e anti-corinthiano vive espalhado por aí.
O Clube ganhou (e bem), sem contestação e de forma completa, com aplausos gerais. Além do desempenho de jogadores, técnicos e diretores, que merece cumprimentos, cabe um destaque especial à presença de Ronaldo. Ao ganhar, pelo Corinthians, seu primeiro título nacional, marca cada vez mais, de forma positiva, sua passagem pelo Parque São Jorge.
Não é só o destaque internacional, que comumente sua presença produz, mas, especialmente, o marco histórico deste incomum jogador que fica para sua carreira e para o Corinthians.
Papelão mesmo fez o Internacional, clube com quem, no passado, sempre tivemos o melhor relacionamento. A começar pelo ridículo DVD e depois tudo o que ocorreu, antes e após a partida de quarta-feira, inclusive com os corinthianos sendo agredidos, xingados e tratados quase como gado. Acrescente-se o papel bizarro que fizeram ao colocar os atletas em campo vestidos com o uniforme branco, por determinação de um "pai-de-santo", que dizia que era a camisa vermelha que atrapalhava a vitória!
Uma pena a conduta colorada! Relembro-me do jogador Oreco, que atuou na década de 1950 no Inter, contratado pelo Corinthians e que foi campeão mundial em 1958, com nossa Seleção na Suécia. Oreco foi o primeiro jogador gaúcho a ser convocado pela Seleção e a conquistar um campeonato.
Era a nossa figurinha carimbada no álbum, ao lado de Gilmar, nos anos 1950. Criou um elo positivo nas relações Corinthians e Inter. Fato que viria a se repetir nos anos 1960, quando o Timão contratou Flávio, também do Inter, e, que mesmo massacrado pela mídia, teve o mérito de conseguir superar Pelé (no auge de sua carreira), em 1967, como artilheiro do campeonato paulista. Flávio, atacado por toda a imprensa, tornou-se também um atleta de referência comum entre Corinthians e Inter, num período especialmente difícil para nós.
O comportamento tosco dos dirigentes e dos demais interistas entristece o futebol e esparrama um pouco de vergonha em todo o Rio Grande do Sul!



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Tricampeão

FUTEBOL

A força do Corinthians

A conquista da Copa Brasil, ontem à noite pelo Corinthians, rendeu 40 pontos de audiência para a Globo na Grande São Paulo, apesar de o jogo ter terminado meia noite. Nada menos do que 58% dos aparelhos de tevê ligados estavam vendo a final do torneio.
Foi o maior ibope de uma final da Copa Brasil desde 2002. Mais: desde 2007, os jogos da seleção têm registrado audiências entre 21 pontos e 36 pontos.

Lauro Jardim

(VEJA, Radar On-line, http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/, 02/07/2009, 12h19)



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Corinthians, Tricampeão!

Internacional-RS 2x2 Corinthians. Beira Rio, 01/07/2009. Copa do Brasil-2009. CORINTHIANS TRICAMPEÃO!


Corinthians 2x0 Internacional-RS. Pacaembu, 18/06/2009. Copa do Brasil-2009.



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TRICAMPEÃO

Corinthians empata e é tricampeão da Copa do Brasil

Épico, na raça e na bola. Dirigentes, árbitros ou torcedores colorados, o Timão não viu adversários nesta noite no Beira-Rio e se sagrou tricampeão da Copa do Brasil. Diante de mais de 50 mil torcedores rivais, os corinthianos não se intimidaram, impuseram seu futebol e empataram com o Internacional por 2 a 2, assegurando vaga na Taça Libertadores 2010.

É a terceira conquista alvinegra no torneio. Assim como em 1995, conquista o título no mesmo ano que também venceu o Paulistão e com um técnico com mais de cem jogos no comando da equipe. O outro troféu foi em 2002. Volta, assim, à competição continental após três anos de ausência. Aos gaúchos, resta ouvir o coro de 25 milhões de corinthianos espalhados por todo o país.

Digno das grandes decisões, o jogo foi muito pegado. As duas equipes entraram nervosas e fortes na marcação. Em quatro minutos, dois cartões amarelos já haviam sido aplicados. A necessidade de gols dos donos da casa os lançou ao ataque desde o início. Bem postada, entretanto, a zaga alvinegra não deixava os adversários levar perigo. Pelo contrário, o Timão foi mortal nos contra-ataques.

Jorge Henrique marcou logo aos 15 minutos, mas o árbitro já havia parado o lance por impedimento. Quatro minutos mais tarde, porém, a Fiel foi ao delírio: cruzamento perfeito de André Santos que o baixinho cabeceou para as redes: 1 a 0 para o Timão. “Provei que altura não é documento”, disse o atacante ao intervalo. O gol desestabilizou os colorados, que se perderam em campo.

Aos 28, o golpe fatal. André Santos recebeu de Ronaldo e fuzilou Lauro: 2 a 0 e o título já era certo. O Inter, mais uma vez, sentiu o baque e demorou a se restabelecer em campo. Quando Nilmar tentou reagir, Felipe entrou em ação. Em três oportunidades, o goleiro venceu duelo particular com o atacante rival.

Na segunda etapa, precisando de cinco gols, os gaúchos voltaram com três atacantes. A tática, todavia, não surtiu efeito. O Corinthians continuava bem postado na defesa, dificultava as infiltrações dos adversários e apenas esperava o tempo passar. Mas a reação colorada começou em uma falha da zaga. Em ataque do Inter, uma bola infiltrada foi desviada para o meio da área e Alecsandro tocou na saída de Felipe, descontando o placar.

O gol reacendeu os ânimos dos donos da casa. Aos 29, Alecsandro conseguiu o empate e incendiou o Beira-Rio. Antes que pudessem se aproveitar do bom momento, no entanto, os gaúchos perderam a cabeça. Nervoso, D’Alessandro partiu para a briga e foi expulso. Momentos depois, Elias também recebeu o vermelho por impedir um contra-ataque rival. Passados os incidentes, nada mais podia impedir o título corinthiano. O Inter lutava apenas pela vitória na partida, pois o título já estava perdido. O Timão se segurava e assegurava a taça.

O elenco agora descansa e comemora. Com a vaga na Libertadores na mão, volta suas atenções apenas para o Brasileirão. Na próxima quarta-feira, recebe o Fluminense no Pacaembu pela nona rodada da competição e se foca na luta rumo ao pentacampeonato nacional.

Agência Corinthians

(SC Corinthians Paulista, www.corinthians.com.br, 02/07/2009, 00h07)



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VAI CORINTHIANS

 Tática Inter x Timão, jogo de volta.

por Álvaro Campos

Nota relevante aos freqüentadores do boteco: não entrem nessa de DVD!!

Agora é o segundo tempo de 90 minutos. No primeiro tempo, a nossa estratégia funcionou com honra e mérito: vencemos sem tomar gol.

Inter

Prólogo: perdendo de 2 x 0, o Inter deve mudar radicalmente sua tática de jogo. Para tanto, conta com a volta do Nilmar e do D`Alessandro.

O sistema usual do Tite quando joga em casa é o 4-3-1-2 , uma variação do 4-4-2 losango do Abel. Contudo, o Sandro, volante que fica posicionado no meio e à frente da zaga, contundiu-se no jogo contra a LDU. Essa contusão, creio eu, resolve o problema de escalar um time mais ofensivo e o Inter deve aparecer num 4-2-2-2, usado contra a LDU, com o Magrão voltando de contusão e o Kleber como lateral mais avançado:

inter_4-2-2-2

Contra a LDU o sistema não funcionou bem, pois: (1) o Andrezinho foi improvisado na posição do Magrão; (2) D`Alessandro jogou muito mal e (3) o sistema depende do apoio constante dos laterais, caso contrário o meio de campo fica sobrecarregado.

A grande dificuldade do Inter será jogar sem a sua tradicional linha de 3 volantes (Magrão-Sandro-Guinazu) contra um time que têm grande poder de finalização. Era essa linha que permitia o avanço coordenado dos volantes no auxílio à armação. Sem ela, a zaga, verdadeiramente lenta (como visto no gol do R9), fica exposta aos jogadores do Timão que não titubeiam no arremate ao gol. Creio que essa será a maior dificuldade colorada, pois mesmo considerando que nos times do Tite laterais só avançam em condições excepcionalmente seguras, Kleber, o eterno displicente, deve posicionar-se ofensivamente, segurando o Alessandro e puxando o Elias para a defesa.

Concluindo, no 4-2-2-2 a principal característica do Inter – sua marcação asfixiante – evapora-se, num verdadeiro abre-alas para nossa linha de meias-atacantes.

Em relação ao jogo anterior, D’Ale é um grande reforço, não só pela qualidade técnica (que não apareceu contra a LDU), mas, principalmente, pela catimba… O tal “kit-libertadores”.

Volta o Bolívar, jogador mais violento do futebol brasileiro na atualidade. Com JH e Dente, podemos expulsá-lo antes de terminar o 1º tempo (entendeu o porquê de toda essa pressão sobre a arbitragem? Você acha que o Mano não pretendia explorar isso?)

Kleber, o displicente, é outro reforço, pois os laterais colorados são muito fracos.

E Nilmar é veloz e deve dar poder de definição ao Inter, coisa que nos primeiros 90 minutos eles não tiveram.

Surpresas do Tite: ele poderia entrar com um volante de origem no lugar do Sandro, manter o Andrezinho no banco, voltar ao 4-3-1-2 que fez sucesso no campeonato gaúcho (e com a imprensa paulista) e perder o emprego com fama de retranqueiro. Sim, é possível.

E eu volto com a pergunta que fiz nos primeiros 90 minutos:

Como então esse time pode ter todo esse hype de “melhor do Brasil”?

Essa é a questão a ser desmascarada por nós, mosqueteiros de São Jorge!
xxx

Timão

Mantido o padrão e sem novas contusões, você deve estar pensando “vamos de 4-2-3-1 com time completo”… Sim é o 4-2-3-1, mas ele agora tem características defensivas (nota relevante: mais uma equipe campeã utilizando o sistema… o Brasil!):

Timao_4_3_2_1_defensivo

Esse sistema funcionou bem nas finais do paulista quando jogávamos pela vantagem do empate. Note que temos um poder de definição excepcional: R9, Dente, JH e Douglas. Jogadores desse nível não precisam de muitas chances numa partida (no lado oposto, lembro da final Sport 2 x 0 Timão, em que Herrera, Lulinha e Acosta perderam, cada um a sua vez, gols decisivos).

Física. Estamos em clara ascensão na parte física. R9, Douglas e JH melhoraram muito na última partida e acho que estarão melhores ainda amanhã.

Desfalques. Apenas no banco: Souza, Saci e (aparentemente) Moradei. São desfalques sim, pois o técnico precisa de todo tipo de alternativa numa final. Como no primeiro jogo, ainda falta no banco do Timão: lateral esquerdo e primeiro volante. “Mas e o Juci? E o Bruno?”. São jogadores que mal atuaram nessa Copa. A bola vai queimar no pé e não podemos nos esquecer da excelente partida de 30 segundos do Saci na final do ano passado :P

Lateral esquerda. Ou o Mano entra desde o início com o André (se ele tiver condições) ou entra com o Diego no primeiro tempo e o André no segundo. O problema aqui é que o Inter vai forçar o jogo do Nilmar pela nossa esquerda, que é mais lenta. Com o André cansado, será fácil passar por ali, fora que, não podemos nos esquecer, do outro lado o Kleber estará empurrando o Alessandro para a linha de fundo.

NO STRESS, people! A marcação na saída de bola será forte, então veremos mais uma vez os chutões circenses do Felipe.

A tendência é o time recuar ainda mais, com JH e Dente fechando o avanço dos laterais/volantes e aí o Timão recai num sistema recuado, visto nas finais do paulista:

Timao_4_3_2_1_recuado

Se a partida anterior era muito difícil para o Douglas e ele correspondeu participando ativamente do primeiro gol, nesse ele terá mais liberdade para fazer a sua função: prender a bola, executar o passe em profundidade para o R9 ou a entrada em diagonal dos meia-atacantes. Provavelmente será substituído pelo Jean ou Boquita no 2º tempo, empurrando o Elias ligeiramente para frente (como vimos na 1ª final contra o Santos: o Gol saiu de um passe do Elias). O 4-2-3-1 recuado com Boquita, ficaria:

Timao_4_3_2_1_recuado_boquita

Batalhas

Imagino que a disposição das equipes no começo da partida deva ser essa:

batalha_interxtimao

A opção natural do Tite pelo 4-2-2-2 deve abrir muitos espaços para os meias corinthianos.

Eu acredito que o D’Ale pode inverter de posição com o Andrezinho e jogar para cima do Cristian, não tanto por tática, mas por catimba mesmo (Cristian é o mais esquentado do timão), mas não tenho muita certeza disso.

  • Chicão e Willian devem ter atenção redobrada com o Magrão: ele entra em diagonal surgindo como o centroavante que o Inter não tem;
  • Douglas vai ter campo livre para atuar. No contra-ataque, o bom Guinazú deve estar no seu encalço, o que também é bom, pois ele é mais lento que o Magrão;
  • Mano deve começar com a “operação abafa”? E de que lado? Esse é o segredo mais guardado do Timão: de que lado ele empurra o Dente? Contra o Vasco no maraca, Dente começou na direita. Contra o Flu já foi pela esquerda e agora? Façam suas apostas! A minha: vai pela direita, para cima do Kleber, de modo a segurar o melhor lateral deles lá atrás;
  • Jogo difícil para os laterais, não tanto pelos avanços dos laterais adversários, mas pela velocidade da dupla Nilmar/Tison, que trocam de posição o jogo inteiro;
  • JH/Dentinho: driblar! Driblar! Driblar! Principalmente em cima do Bolívar: vamos expulsá-lo no 1º tempo! Fora que a zaga é lenta, estará desguarnecida e o Chicão pode resolver o jogo na bola parada;
  • Dentinho: vamos manter a atenção que deu certo no 1º jogo: não ache que você é malandro, pois não é. Não tente inventar. Malandro é o D’ Alessandro. O jogo foi preparado pelo Inter, o que o juiz mais quer é uma chance para expulsar algum trouxa. NÃO CAIA NESSA!
  • R9 só precisa de uma bola;
  • JH vai ter de ajudar a marcar os avanços do Magrão, pois o Douglas não é do ramo;
  • D’Alessandro vai encher o saco o jogo inteiro (veja aqui do que ele é capaz). Para nossa sorte, Kleber, o displicente, não estará do nosso lado para ser expulso (lembra daquele jogo contra o River em 2003?);
  • Felipe é o cara!

Entenda as regras

Leva quem tiver melhor saldo de gols. Se houver empate no saldo, leva quem fez mais gols fora:

  • O único resultado que leva para os pênaltis é Inter 2 x 0. Qualquer gol nosso e o jogo não tem mais pênaltis;
  • Se fizermos ao menos 1 gol, seremos campeões na vitória :) , qualquer empate :) e em qualquer derrota por diferença de um ou dois gols :) . Assim, se o Inter ganhar por 10 x 8 (num vira a 5, acaba a 10) o caneco é de São Jorge.

E 4 x 2 Inter??

Saldo nosso: +2 (primeiro jogo) – 2 (segundo jogo)=0.

Saldo deles: -2 (primeiro jogo) + 2 (segundo jogo)=0. Empatou no saldo, mas…

Quem fez mais gols fora de casa? Nóis 2×0! :)

  • Se perdermos por MAIS de 2 gols, eles levam. Então, se o Inter ganhar de 3×0 é deles, 4×1 é deles, 5×2 é deles. E se for 10 x 7? Não fizemos mais gols fora? Não interessa, eles ficam com um saldo de 1 gol (=-2+3) e nós de -1 gol (=2-3) e eles levam…

VAI CORINTHIANS!!!

bloguedotimao.wordpress.com.



 Escrito por blogdocitadini às 08h45 [] [envie esta mensagem] []






Anexo do Metrô.

Simulações no entorno do Morumbi

Comitê de São Paulo prepara plano de chegada e saída dos torcedores no estádio com vistas à Copa do Mundo

LANCEPRESS!

Os integrantes do Comitê Organizador de São Paulo para a Copa do Mundo de 2014 vão discutir esse semana detalhes do plano de mobilidade urbana, atendo-se mais especificamente ao entorno do Morumbi. Coordenador do Comitê, o presidente da São Paulo Turismo, Caio Carvalho, revela que a Avenida João Jorge Saad, uma das mais utilizadas atualmente por torcedores, deverá sofrer adaptações por parte da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da Polícia Militar (PM) já nos próximos jogos do Brasileiro.

- A Fifa exige um estacionamento com 50 mil metros quadrados e o São Paulo projeta algo em torno de 30 mil metros quadrados. Temos a via Jorge Saad, que serve ao público ultimamente. Mas por conta da nova estação de metrô, ela será uma das mais utilizadas pelos turistas a pé. É preciso simular situações - ponderou Caio.

O secretário municipal de Esportes, Walter Feldman, e o secretário estadual, Claury Alves da Silva participarão do encontro no Palácio dos Bandeirantes. O São Paulo ainda define seus representantes, mas é provável que o arquiteto Ruy Othake, idealizador da reforma do Morumbi, também compareça. Novos ajustes no projeto não estão descartados, embora dificilmente irão ocorrer.

lancenet.com.br (De Prima),Marcelo Damato.

Blog do Citadini:Não entendi nada dessa estória do estacionamento do Morumbi para a Copa.Mas fiquei com a impressão que querem fazer um estacionamento como anexo da nova estação do Metrô. Será isso que o representante da prefeitura quis dizer? Foi uma intervenção confusão. A Avenida, a nova estação do Metrô. Perai ! Vcs estão achando que o Metrô vai bancar um estacionamento  que serve ao estádio ? Essa história não é nova mas não creio que o " mundo" aceite. Nem tampouco o Estado fazer desapropiação e depois doar ao clube.O SPFC deve dizer - sem filuras- donde vem  grana prá reforma. É isso que a Fifa e os governantes querem.



 Escrito por blogdocitadini às 20h20 [] [envie esta mensagem] []






Fundamentalismo cristão

Divino futebol

bbcbrasil.co.uk

           por Ricardo Acampora

                 29/06/2009,

A conquista da terceira Copa das Confederações pela seleção brasileira foi intensamente comemorada pelos jogadores e comissão técnica.
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Afinal, o título veio com uma vitória de virada, conquistada com muita determinação por um time que se por um lado não tem o brilhantismo de outras seleções brasileiras, por outro mostra espírito coletivo e grande união.

A vitória do Brasil sobre o esforçado time dos Estados Unidos era esperada e portanto não chegou a surpreender.
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O que surpreendeu mesmo foi o fervor religioso demonstrado explicitamente por inúmeros jogadores que aos poucos foram revelando o amor a Jesus em mensagens em inglês estampadas em camisetas que vestiam por baixo da famosa camisa canarinho.

Os comentaristas da BBC que acompanharam a final também não estavam preparados para a reza coletiva, com todos ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica.
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Um deles disse que o capitão Lúcio parecia um pregador evangélico pela emoção com que proferia cada palavra.

Num lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da seleção brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões.

Se arriscam a serem confundidos com emissários de pregadores dispostos a aumentar o número de ovelhas de seus rebanhos às custas do escrete canarinho, como emissários evangélicos em missão.

Para os críticos deste tipo de atitude, isso soa oportunismo inadequado e surpreende ver que a Fifa não se opõe a que jogadores se descubram do "manto sagrado" que os consagrou para exibir suas preferências religiosas.

Será que a tolerância da entidade teria sido a mesma se ao final do jogo algum jogador mostrasse uma camiseta dizendo "Eu não acredito em Deus" ? Ou se outro fosse um pouco além e gravasse no peito algo como "Essa vitória foi obtida graças ao esforço dos jogadores sem nenhuma interferência divina ou sobrenatural"?

É comum ver atletas fazendo sinal da cruz ao entrar em campo, beijando anéis, medalhas de santos, cruzes e patuás que trazem pendurados em cordões e apontando aos céus como a agradecer pelo gol marcado. Ninguém tem nada a ver com manifestações individuais.

Mas uma manifestação coletiva, explícita e organizada como um ritual religioso pode dar margem a críticas ao ser associada a um bem público, a uma instituição tão democrática como a seleção brasileira.

A religiosidade de cada um seja ela qual for merece respeito, da mesma forma como merece ser respeitada a falta de religiosidade daqueles que assim optaram a seguir a vida.
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Se a moda pega, a Fifa corre o risco de ter a Copa do Mundo do ano que vem cheia de manifestações religiosas, com missas, cultos e pregações diversas após cada partida.

O povo merece continuar torcendo pelo futebol de sua seleção, independente da reza, sessão espírita, ponto, ritual de sacrifício, sermão ou pregação.

Afinal, futebol é bola na rede, o resto é conversa.

bbcbrasil.co.uk



 Escrito por blogdocitadini às 19h30 [] [envie esta mensagem] []






Eternos chorões



Muitos corinthianos que frequentam este blog estão apreensivos com a postura do pessoal do Sul, especialmente diretores do Internacional. Informam alguns blogueiros que dirigentes gaúchos vêm fazendo afirmações grosseiras e provocativas com respeito ao Timão. É claro que o objetivo é o de criar um grande tumulto na partida de quarta-feira.
Devemos entender o quadro, e reagir de forma serena, equilibrada, voltada a desmontar as armadilhas que pretendem criar fora de campo.
A rigor, entendo que não devemos "dar bola" a esta sequência de choros e bobagens dos nossos adversários de quarta-feira. Ninguém tem dúvida que os colorados são os maiores chorões do futebol brasileiro. Proclamam-se perseguidos sem o ser. Afirmam-se prejudicados por arbitragens, embora possuam a seu favor coleção de erros de juízes contra os adversários. Mas ninguém mudará o estilo colorado de torcer e de chorar.
Não devemos entrar no jogo que nos propõem. Não porque tenhamos qualquer temor de suas palavras, mas pelo fato de desejarem justamente tumultuar e criar um ambiente intimidatório para a partida decisiva.
Serenidade e equilíbrio devem ser a postura de todos nós. E uma torcida para que tudo corra bem na quarta e que o Corinthians ganhe mais uma Copa do Brasil. O resto, bem, é apenas choro e conversa para boi dormir.



 Escrito por blogdocitadini às 10h51 [] [envie esta mensagem] []






Ruy Otake?

Reforma no CT do Timão sairá do papel

Mudança, inspirada no Barcelona, deve ser iniciada em 30 dias

LANCEPRESS!

O arquiteto Ruy Ohtake é o responsável pelo projeto de reforma do CT do Parque Ecológico do Corinthians, que deverá ser iniciado nos próximos 30 dias.
O CT, o último a sair do papel entre os clubes grandes de São Paulo, será inspirado no do Barcelona, sem o apoio da Lusoarenas.

Marcelo Damato

(Lancenet, De Prima, 28/06/2009)

Comentário do Blog do Citadini: Ruy Otake seria o responsável pela reforma do CT do Parque Ecológico do Timão, segundo Marcelo Damato. Espero que seja um equívoco. Depois do que o Sr. Ruy Otake falou do Corinthians e dos corinthianos, creio que ele não aceitaria trabalhar com o Timão. Como tricolor "roxo" ele deve redobrar esforços no seu "grande projeto" (gratuito) de reforma do Morumbi.



 Escrito por blogdocitadini às 10h35 [] [envie esta mensagem] []




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