Blog do Citadini


Os gênios da raça.

Donga, "Pelo Telefone"



Elza Soares, "De Amor ou Paz"



Cartola e Elizeth Cardoso, "O Sol Nascerá"



Elizeth Cardoso, "Barracão de Zinco"





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A Imprensa Oficial entre Stálin e Stanislau


(Reprodução)

A Imprensa Oficial do Estado de São Paulo está publicando um incrível "Calendário de 2010", sob título "Os Mágicos da Bola".
Relaciona um grupo seleto de jogadores brasileiros, colocando um para capa e outro atleta em cada mês, pretendendo sejam eles os craques que eternizaram nosso futebol.

A seleção dos atletas é uma obra fruto do mais puro Stalinismo ou de uma anedota de Stanislau Ponte Preta, uma espécie de Zé Simão dos anos 1950, tal sua parcialidade e equivocada importância de cada jogador relacionado.

É uma obra de ficção, que só poderia ser editada e paga pelo São Paulo Futebol Clube ou algum tricolor que tenha aparelhado a IMESP.

O calendário começa com uma louvação a Arthur Friedenreich, indicado como o pai de nosso futebol, o que já mostra o dedo dos produtores de tal obra. Fried, como sabemos, tem seu mito sustentado em uma estatística da marca de mil e tantos gols, hoje totalmente contestada pela ausência de comprovação dos gols. Não podendo esconder, a edição traz Pelé, Zico, Didi, Nilton Santos, Djalma Santos, Rivellino, Ademir e Gilmar, jogadores que não passaram pelo São Paulo. Mas colocaram Leônidas, Gérson, Bellini, Zizinho, quase fazendo uma seleção são-paulina.

Destacam que os jogadores de outras equipes estão com a camisa da Seleção Brasileira e os craques tricolores com a do São Paulo, mesmo aqueles que tiveram passagens efêmeras e em fim de carreira pelo SPFC.

Ora, qualquer um que vá fazer uma lista de mágicos de nosso futebol não se esqueceria de Garrincha, para dizer o mínimo. Ronaldo, Romário, Sócrates, para não citar outros tantos.

O calendário da IMESP é a maior forçação de barra e louvor aos atletas do São Paulo.

É uma obra para ser esquecida e principalmente lamentada, pois o órgão público estatal faz um calendário tão impreciso e com paixões clubísticas tão explícitas quanto esta.


Serviço:
Para os corinthianos, santistas, flamenguistas, botafoguistas e demais torcedores que desejarem opinar sobre este calendário:

Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, IMESP
http://www.imprensaoficial.com.br
Telefone: 0800 01234 01



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Samba e solidariedade



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Vitória

Timão goleia Sertãozinho 


TimãoNet

O Corinthians sentirá por apenas um dia o sabor de voltar à liderança do Campeonato Paulista. No último jogo antes da "estreia" da equipe titular que disputará a Taça Libertadores, Chicão, Jorge Henrique, Marcelo Mattos e Edno garantiram a goleada por 4 a 0 sobre o lanterna Sertãozinho, neste sábado, no Pacaembu. O triunfo, porém, não foi suficiente para manter o Timão no primeiro lugar do Estadual no complemento da sétima rodada, neste domingo.

O Alvinegro tem agora 14 pontos, mas perderá a ponta da tabela independentemente do resultado do clássico entre São Paulo e Santos, em Barueri. O Peixe, com 13, volta a liderar se vencer ou empatar. Já o Tricolor, com 11, assume o posto com um triunfo. Tudo isso graças ao saldo de gols. Os santistas têm 11 positivos, contra sete dos são-paulinos. O Timão possui seis. Outro que pode pular para primeiro é o Botafogo, com 13.

Líder ou não, o Corinthians inicia a partir da próxima semana a preparação para a Libertadores. Mano Menezes já adiantou que, contra a Portuguesa, em 13 de fevereiro, sábado de Carnaval, às 17h, no Canindé, colocará em campo praticamente todos os jogadores considerados titulares - apenas Ronaldo não deve atuar por precisar trabalhar fisicamente depois da lesão na coxa direita. A equipe estreia no torneio internacional, dia 24, frente ao Racing-URU, no Pacaembu.

Já o Sertãozinho não consegue fugir da crise que ronda o clube desde o início do Estadual. O técnico Paulo Comelli estreou, mas o time continua sem vencer e agora segura a lanterna, com apenas quatro pontos, depois que o Oeste venceu o Rio Claro, fora de casa. Também no próximo sábado, o Touro pega a Ponte Preta, às 19h30m, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

Bastou o Corinthians pisar no gramado do Pacaembu para a já tradicional chuva vespertina começar a cair em São Paulo. Mas isso não foi motivo para esfriar o ânimo alvinegro. Para aproveitar o péssimo momento do adversário na competição, a equipe foi para cima com velocidade e não demorou a criar.

Com Roberto Carlos mais livre para atacar, o time de Mano Menezes ganhou outra alternativa de ataque. Logo aos dois minutos, o pentacampeão avançou e, da intermediária, soltou a bomba, quase acertando o canto esquerdo de Luiz Henrique. Aos sete, foi a vez de Elias avançar pelo meio e encontrar Iarley livre na área. O atacante dominou sem marcação, mas bateu por cima, perdendo ótima chance.

Bastante superior e com espaço para sufocar, o Corinthians chegou ao primeiro aos oito, em uma falha do goleiro adversário. Tcheco cruzou da esquerda, Luiz Henrique tentou segurar e soltou a bola. Chicão, que esperava pelo levantamento na pequena área, recebeu de presente e desviar de primeira, colocando o Timão em vantagem no marcador.

A desvantagem fez o Sertãozinho acordar e quase empatar, aos 13. Léo Mineiro recebeu passe na grande área e bateu forte. A bola explodiu na trave esquerda de Felipe. Dois minutos mais tarde, o mesmo Léo Mineiro disparou, invadiu a área e chutou cruzado. O goleiro corintiano espalmou e evitou a igualdade.

O Corinthians, porém, não demorou a dominar novamente. Com a saída do meia Harison para a entrada do volante Adoniran, o Sertãozinho perdeu força ofensiva, e o Timão voltou a pressionar. Aos 25, Jorge Henrique cruzou da esquerda, Iarley pegou de calcanhar e mandou por cima. Três minutos depois, aproveitando o campo molhado, Roberto Carlos disparou uma bomba da intermediária em cobrança de falta, Luiz Henrique não segurou, mas a zaga conseguiu fazer o corte.

A pressão continuou nos minutos finais. Aos 41, depois de escanteio, Chicão subiu entre os zagueiros e cabeceou forte para Luiz Henrique defender com os pés. Mas, aos 43, surgiu o segundo gol. Jorge Henrique, em grande fase, recebeu passe de Alessandro e, de fora da área, bateu com estilo, no canto esquerdo: 2 a 0.

Na volta do intervalo, o Corinthians continuou melhor. Roberto Carlos, logo no primeiro minuto, voltou a chutar de longe e assustar. O terceiro gol, aliás, saiu de um passe do pentacampeão, aos 15. Ele tocou para Marcelo Mattos na entrada da área. O volante dominou e finalizou rasteiro, no canto esquerdo. Depois de marcar, o jogador ajoelhou no gramado e chorou pelo momento complicado que vive na carreira após uma cirurgia na panturrilha esquerda.

Com a vantagem ainda maior, o Timão diminuiu um pouco o ritmo acelerado. Mesmo assim, seguiu com ampla superioridade. Mano Menezes, inclusive, aproveitou para colocar em campo mais atletas considerados reservas na Libertadores. Tcheco, machucado, deu lugar a Jucilei, enquanto Morais ocupou a vaga de Dentinho.

Foi do ex-vascaíno mais uma oportunidade de gol. Aos 23, da entrada da área, o baixinho chutou com violência e a bola passou raspando a trave direita do gol grená. O Sertãozinho só chegou ao ataque em um lance de bola parada, aos 26. Felipe saiu mal do gol em cobrança de escanteio e o zagueiro Pablo cabeceou para fora.

O Corinthians ainda encontrou tempo e disposição para fazer o quarto e fechar a goleada. Edno, aos 38, recebeu lançamento com a defesa aberta, avançou com liberdade e tocou rasteiro, no canto esquerdo. Foi o primeiro gol dele com a camisa alvinegra.

(TimãoNet, www.timaonet.com.br, 06/02/2010)

 



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Sambas-enredo de carnavais antigos

Jamelão: "Exaltação à Mangueira" (1956)



Salgueiro: "Xica da Silva" (1963)



Portela: "As seis datas magnas" (1953)



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Corinthians: homenagem musical

Há quase dois anos, postei aqui uma série de músicas alusivas ao Corinthians.

Aproveito o ano da celebração do Centenário para resgatar esta coletânea musical, a qual certamente agradará aos amigos blogueiros.



Posição / música / acessos:

(01) .CORINTHIANS: Guarani e Pirajá: Primeiro Hino do SC Corinthians Paulista (24668)
(02) .CORINTHIANS: Toquinho: Corinthians do meu coração (1983) (20073)
(03) .CORINTHIANS: Tião Carreiro e Pardinho: Quebra de Tabu (1968) (17554)
(04) .CORINTHIANS: Ndee Naldinho: Melô do Corinthians (16055)
(05) .CORINTHIANS: Caju & Castanha: Corinthians x Palmeiras (2005) (9397)
(06) .CORINTHIANS: Demônios da Garoa: Coríntia, Meu Amor é o Timão (7941)
(07) .CORINTHIANS: Sílvio Santos: Transplante Corinthiano (1968) (4168)
(08) .CORINTHIANS: Wilson Simonal: "Joga, Corinthians!" (1977) (4001)
(09) .CORINTHIANS: Negra Li: Hino do Corinthians (3955)
(10) .CORINTHIANS: Jamelão: Corinthians, Campeão do Centenário (1955) (3590)
(11) .CORINTHIANS: Sílvio Santos: Samba do Corinthians (1976) (3521)
(12) .CORINTHIANS: Branca Di Neve: Garra Corinthiana (1989) (3392)
(13) .CORINTHIANS: Gilberto Gil: Corintiá (1984) (3227)
(14) .CORINTHIANS: Márcio José: O Grito da Fiel (1974) (3182)
(15) .CORINTHIANS: Faéti: Coringão (2808)
(16) .CORINTHIANS: Paulinho Nogueira: Meus 20 anos (Ai, Corinthians!)(1977) (2746)
(17) .CORINTHIANS: Germano Mathias: Bandeira do Timão (2501)
(18) .CORINTHIANS: Rita Lee: Amor Branco e Preto (1972) (2432)
(19) .CORINTHIANS: Hino oficial do Corinthians: Valter D'Ávila (1952) (2196)
(20) .CORINTHIANS: Caju & Castanha: O Corinthians dando olé (2005) (2089)
(21) .CORINTHIANS: Elza Laranjeira: Gol de Baltazar (1953)(1989)
(22) .CORINTHIANS: Carlinhos Vergueiro: Nação Corinthiana (1999) (1924)
(23) .CORINTHIANS: Demônios da Garoa: Timão (Conosco não tem bão) (1969) (1661)
(24) .CORINTHIANS: Rolando Boldrin: Moda do Corinthiano (2000) (1495)
(25) .CORINTHIANS: Lourenço e Lourival: Corinthians e Palmeiras (1998) (1466)
(26) .CORINTHIANS: Oswaldinho do Acordeon: Corintiano (1978) (1453)
(27) .CORINTHIANS: Marciano: O Corinthiano (2000) (903)
(28) .CORINTHIANS: Simone Guimarães e Sócrates: Festa Corinthiana (1984) (884)
(29) .CORINTHIANS: Corinthians, Campeão do IV Centenário (1954) (770)
(30) .CORINTHIANS: Caju & Castanha: São Paulo x Corinthians (2005) (672)



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Canteiro de mentiras


(Reprodução)

O sítio Contas Abertas (http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/DetalheNoticias.aspx?Id=17) publicou ontem matéria informando que a Copa-2014 será bancada quase que exclusivamente (94%) por dinheiro público e que os orçamentos explodiram, se os compararmos aos números iniciais anunciados pela CBF.

Surpresa? Nenhuma. Quem lê este blog sabe que, desde o princípio, dissemos que a Copa seria basicamente feita com dinheiro público e que a conversa de que os investidores privados custeariam o evento era balela pura. Faz bem a Imprensa de cobrar  explicações do presidente da CBF Ricardo Teixeira: afinal ele disse que esta seria uma Copa da iniciativa privada. Deveriam também cobrar a direção do São Paulo, que afirmava, a quatro cantos, que o Morumbi seria reformado com recursos privados e estaria apto para a abertura dos jogos.

Nada disso é verdadeiro. Desde o começo todos os envolvidos, dirigentes, governos e imprensa, já sabiam que a grana viria dos cofres públicos, mas para acalmar a opinião pública inventaram uma presença maciça da iniciativa privada na competição.

O próprio presidente da CBF declarava que o governo pouca influência teria na Copa, por se tratar de evento realizado com dinheiro privado. Agora fica assim: o governo banca e a CBF decide.

No caso paulista há uma sucessão de mentiras e engodos, alguns dos quais já conhecidos e outros meio escondidos. O empréstimo do BNDES para a reforma do Morumbi, que chegaria a R$240 milhões, somente sairá se algum louco dentro do banco rasgar seus estatutos e regras e se candidatar a ficar nos próximos anos defendendo em juízo o ato que vier a praticar.

Acrescente-se, ainda, ao imbróglio uma mentira escondida e que em breve ficará às claras: todos os técnicos consultados dizem ser impossível fazer qualquer reforma mínima do Morumbi com estes valores. Mas o pior ainda está oculto sob a tal "urbanização do entorno do Morumbi", que seria feita pela Prefeitura com dinheiro federal. O trio Kassab-Feldman-Caio propõe a ocupação de uma área pública para construção de estacionamento, rampas, sanitários, saídas e entradas para o estádio. Será um problema para a Prefeitura justificar tal loucura. Não tenho dúvidas de que as cheias no Jardim Pantanal e no Jardim Romano serão problemas ínfimos para o Prefeito Kassab quando se descobrirem as tais obras no entorno do Morumbi. Só posso acreditar que os patrocinadores desta obra estejam de mudança para o Irã, o Iraque ou o Afeganistão. 

Quem defenderá a ocupação de áreas públicas para construção de natureza claramente privada? Embora seja um espanto para todos o que está ocorrendo, não tenho dúvidas de que estes números ainda não refletem tudo o que ocorrerá. O imbróglio será ainda maior.

Afinal, tendo que gastar, segundo os números atuais (que depois serão alterados para mais, como já aconteceu com o Pan-07) esses R$555 milhões para uma reforma, não se justificaria a construção de um outro estádio?



 Escrito por blogdocitadini às 10h37 [] [envie esta mensagem] []






Tropeço

Com a camisa roxa, Timão perde sua invencibilidade


TimãoNet 

Na noite desta quarta-feira, a Ponte Preta derrubou o invicto Corinthians após uma série de 28 partidas sem perder. Com uma derrota por 2 a 1, de virada, o Timão perdeu a liderança e deixou de ser "Invictus" .

No Moisés Lucarelli, o primeiro período de jogo não foi de muitas emoções para nenhuma das torcidas. A Ponte Preta, com uma proposta de jogar no contra-ataque, conseguiu encaixar mais jogadas que o Corinthians, mas ainda assim as melhores chances da partidas se deram uma bola na trave de cada lado do campo.

O time de Mano Menezes parece ainda buscar uma maneira de definir na ausência de Ronaldo. O meio campo alvinegro trocava bons passes, mas quando a bola chegava na dupla de ataque, formada por Iarley e Dentinho, o Corinthians encontrava muita dificuldade para concluir a jogada.

Ainda na primeira etapa, o ápice da equipe mandante foi uma cobrança de falta venenosa de Edilson, aos 12 minutos, que Guilherme desviou e o goleiro Felipe só olhou a bola bater na trave.

Aos 35 foi a vez do Corinthians retribuir e após a subida ao ataque e o cruzamento de Escudero, Boquita cabeceou no travessão de Eduardo Martini. Entretanto, as equipes foram ao vestiário sem tirar nenhum zero do placar.

No segundo tempo, Corinthians e Ponte Preta voltaram à campo com a consciência de que deveriam jogar mais. Aos 18 minutos, Jucilei fez belíssima jogada e abriu o placar para time visitante. Entretanto, aos 15 minutos havia entrado um jogador que mudaria a história da partida, o ex-corintiano Finazzi.

Primeiro, o veterano sofreu pênalti em um carrinho do sempre estabanado Escudero. Fabiano Gadelha cobrou muito bem e empatou a partida. Em seguida, Finazzi completou um belo cruzamento e colocou a Macaca á frente no placar.

E foi assim que a série de 28 partidas sem derrota que o Corinthians ostentava no Campeonato Paulista foi derrubada. E com a ajuda justamente de um ex-corintiano.

 

(TimãoNet, www.timaonet.com.br, 03/02/2010)



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A Cruz de São Jorge e o Timão


(Reprodução)

O Corinthians anunciou seu novo uniforme III para homenagem ao Centenário do Timão, que tem como tema o espírito guerreiro da equipe do Parque São Jorge, e que está causando grande discussão entre torcedores e a mídia. Este novo uniforme, em edição especial da Nike, traz a Cruz de São Jorge estampada no peito. O símbolo, agora incorporado ao manto alvinegro, é atributo antigo do cristianismo. Usualmente é de cor vermelha sobre um campo branco, sendo adotado por países, cidades e outros emblemas. Algumas nações usam a cruz em fundo de outros tons, como azul. Segundo a história, teria sido a República de Gênova, cujo patrono é São Jorge, o primeiro Estado a utilizar a cruz vermelha com fundo branco. A seguir a Inglaterra adotou este estandarte em seus navios, que cortavam os mares do mundo todo.
Países e cidades também adotaram a bandeira de São Jorge, como Barcelona, Pádua, Moscou, Londres, Sardenha, Grécia, Geórgia, Londres, Montreal e tantos mais.
A adoção da bandeira de São Jorge está ligada ao Santo, que segundo a tradição católica, teria vivido no final dos anos 200 e meados de 300 na Capadócia, região que hoje faz parte da Turquia. São Jorge é venerado pelas Igrejas Católica e Anglicana e pela Umbanda, como Ogum. Trata-se de um dos mais populares santos do mundo, tendo sido declarado pelo Papa Paulo VI como santo para cultos locais, perdendo seu status universal; todavia o Papa João Paulo II, em 2000, conferiu nova posição a São Jorge no santoral católico.
É padroeiro de inúmeros países e cidades. Extraoficialmente, é também padroeiro da Cidade do Rio de Janeiro. Mais importante para nós é o fato de o Santo ser padroeiro do Sport Club Corinthians Paulista.
O Santo é celebrado no dia 23 de Abril e sua imagem mitológica está ligada a um santo guerreiro que vence o dragão.
Outras equipes, afetas ao vínculo com São Jorge como padroeiro, vêm adotando o símbolo da cruz de São Jorge em fundo claro.
Com opiniões a favor e contra, este novo uniforme alvinegro gerará muita polêmica. Vai dar o que falar.



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Gol do craque



 Escrito por blogdocitadini às 10h59 [] [envie esta mensagem] []






Luta e Vitória

Na raça, Corinthians vence Palmeiras 


TimãoNet 

Acabou o jejum. No retorno do clássico Corinthians x Palmeiras ao Pacaembu após dez anos, o Timão levou a melhor, venceu o rival por 1 a 0 e colocou fim a um tabu que já durava três anos e três meses (ou cinco derrotas e dois empates). De quebra, a equipe de Mano Menezes pulou para a liderança isolada do Campeonato Paulista. Ainda provisoriamente, porque o Ituano enfrenta o Santo André, às 19h30m.

No duelo deste domingo, o herói alvinegro mais uma vez foi o atacante Jorge Henrique, autor do gol da vitória. E o vilão acabou sendo o ex-palmeirense Roberto Carlos, expulso aos oito minutos de jogo por falta violenta em João Arthur. Antes deste domingo, a última vitória alvinegra no dérbi havia sido no segundo turno do Campeonato Brasileirão de 2006, com um gol do volante Marcelo Mattos.

Depois de terminar a última rodada como líder, o Palmeiras caiu de posição e pode até mesmo terminar essa etapa do Estadual fora do G-4. Agora, do lado palmeirense, quem amarga jejum contra o Corinthians é o técnico Muricy Ramalho. Contando o seu período como técnico do São Paulo, o atual comandante do Verdão está há sete jogos. O último triunfo dele foi no Campeonato Paulista de 2007.

No jogo deste domingo, o Verdão teve a chance de empatar. Mas esbarrou em tarde inspirada do goleiro Felipe. Para se ter uma ideia da pressão feita pelo time do Palestra Itália, foram 32 jogadas de bola aérea contra apenas cinco do Timão.

O próximo desafio do Corinthians no Campeonato Paulista será na quarta-feira, às 21h50m, contra a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas.

O clássico começou quente no Pacaembu. Em oito minutos, um gol e uma expulsão. Tudo no Corinthians. Aos seis, Armero fez falta em Iarley na direita. Na cobrança, Tcheco mandou para área, o pequeno Jorge Henrique (1,69m) levou a melhor em cima da defesa alviverde e cabeceou para o chão. Sem chance para o goleiro Marcos.

Dois minutos depois, um lance lamentável. Roberto Carlos deu uma entrada forte, por trás, no atacante João Arthur. Sem titubear, o árbitro Wilson Luiz Seneme aplicou o cartão vermelho, para indignação do pentacampeão. Na saída do gramado, o ex-jogador do Palmeiras, agora no Timão, considerou injusta a sua expulsão.

Com um jogador a mais, o Verdão passou a dominar as ações do jogo, mas a dificuldade para penetrar a defesa corintiana era enorme. Tanto que o técnico Muricy Ramalho optou por tirar o zagueiro Gualberto e colocar o atacante Daniel aos 28. No primeiro lance depois disso, Edinho teve chance na grande área. Mas Felipe salvou.

Aos 32, mais uma mudança no Palmeiras: Armero, que já tinha cartão amarelo e estava fazendo muitas faltas, deu lugar a Wendel. Ao chegar ao banco de reservas, o lateral colombiano caiu no choro, insatisfeito com a decisão do treinador. Um minuto depois, o Verdão chegou a marcar, mas o árbitro assinalou impedimento.

No lance, Robert chutou fraco para o gol e Daniel, em posição ilegal, completou. Recuado, o Corinthians deu show de raça ao conseguir controlar o ímpeto do rival, que só chegou com perigo em chutes de longa distância. Primeiro com Cleiton Xavier, aos 37, e depois com Pierre, aos 46. Ambos foram para fora.

As duas equipes voltaram para a etapa final com as mesmas formações que terminaram o primeiro tempo. Precisando do empate, o Palmeiras foi para cima logo de cara e teve uma falta perigosa em seu favor aos três minutos. Cleiton Xavier bateu colocado no canto esquerdo de Felipe, que se esticou todo para fazer grande defesa.

O Corinthians respondeu com um contra-ataque. Após vacilo do ataque alviverde, aos cinco, Jorge Henrique ficou com a bola e avançou pelo meio. Ao perceber o goleiro Marcos adiantado, o atacante tentou de longe, mas mandou para fora. Aos seis, Jorge tentou cabeçada após escanteio cobrado por Tcheco. Só que foi por cima.

Sem criatividade, o Palmeiras voltou a arriscar de longe, como vinha fazendo no primeiro tempo. Aos 11, Pierre bateu cruzado de fora da área. A bola desviou na zaga alvinegra e assustou Felipe. Nos cinco minutos seguintes, o Verdão pressionou com bolas alçadas na área, mas o Corinthians levou a melhor em todas.

Aos 18 minutos, o time do Palestra Itália teve uma ótima chance de igualar o marcador. Após jogada de Figueroa pela direita, a bola ficou para Robert. Livre na grande área, o atacante bateu rasteiro e viu Felipe realizar excelente defesa. Mais uma vez, o Timão respondeu com Jorge Henrique, o melhor em campo.

Elias lançou o atacante na esquerda, ele se livrou de Marcio Araújo e foi calçado. Na cobrança da falta, Tcheco mandou para área e Chicão tentou a cabeçada. Mas o goleiro Marcos saiu de soco. Aos 30, a última tentativa de Muricy Ramalho mudar o panorama da partida. William entrou no lugar de João Arthur.

Aos 35 minutos, o Verdão teve outra grande chance, mas parou novamente em Felipe. Danilo chutou à queima roupa, e o goleiro se atirou para espalmar para escanteio (veja no vídeo acima). Em seguida, o técnico Mano Menezes pretendia tirar Elias para colocar Jucilei, mas o volante não quis ser substituído. Tcheco, então, foi para o chuveiro.

No final do jogo, o Palmeiras ainda teve Cleiton Xavier expulso, aos 42, e Marcos evitou o segundo gol do Corinthians ao sair nos pés de Dentinho.

(TimãoNet, www.timaonet.com.br, 31/01/2010)



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Moise et Pharaon



"Moïse et Pharaon" ou "Le passage de la Mer Rouge" é uma ópera dramática de Rossini em três atos com libreto de Andrea Leone Tottola, baseada na peça de Francesco Ringhieri, "L'Osiride", de 1760.
A história aborda o Êxodo bíblico e o romance entre o filho do faraó Amenophis e a hebreia Anaïs.




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Só Obama salva... o futebol inglês!


Sir Francis Drake, corsário inglês (Reprodução)

A crise por que passam os times europeus já é por demais conhecida. Déficits enormes, prejuízos imensos e reiteradamente anunciados e, o que é pior, uma ausência de explicações, especialmente entre os ingleses, de como isto será sanado.
A UEFA e a própria FIFA já deram o alerta: ou os clubes buscam o equilíbrio entre receitas e despesas, ou caminhamos para uma grave crise no futebol europeu e consequências inevitáveis para o futebol mundial.
A rigor as situações são diferentes entre os vários países. Na Itália, os principais clubes têm um dono. Juve, Milan, Inter, quando dão prejuízos são socorridos pelas famílias que os controlam. O problema ocorre quando as tais famílias de proprietários passam por dificuldades financeiras que os impedem de socorrer o caixa de seus times queridos.
Na Espanha, o governo sempre salva. Real, Barcelona e outros espanhois vivem produzindo enormes déficits e são socorridos pelos órgãos públicos ou entidades privadas com grandes ligações com o Estado e com a política.
O problema maior, no entanto, está na Inglaterra. Nas últimas décadas, os clubes ingleses foram todos transformados em empresas, muitos dos quais até lançaram ações em Bolsa, na expectativa de gerarem grandes lucros e distribuírem dividendos. Nada disso vem ocorrendo. Há uma infindável sequência de anúncio de prejuízos por parte dos ingleses, embora eles continuem a ostentar seus investimentos e grandes contratações de atletas, só fazendo aumentar os prejuízos dos clubes. A chegada de investidores do Leste Europeu e de países árabes produziu um sem número de grandes operações no futebol inglês, quase todas elas sem uma lógica sustentável nos princípios de equilíbrio orçamentário dos negócios. Há um número incalculável de aquisições de clubes e de atletas aonde a principal característica são as operações de difícil explicação. Até quando a Inglaterra poderá sustentar este capitalismo de prejuízos dos clubes ingleses?
Ninguém sabe.
Mas há uma luz no fim do túnel: o Presidente Obama deseja uma nova regulamentação nas atividades de bancos e fundos financeiros, de forma a diminuir os riscos e dar maior transparência aos negócios e esta regulamentação seria numa esfera mundial, obrigando portanto todos os países a aderir.
Uma surpresa: a Inglaterra, que sempre apoiou as iniciativas dos Estados Unidos, até mesmo em aventuras que não deveria sustentar, como a Guerra do Iraque, tornou-se o primeiro país a opor-se às propostas de Obama de regulamentação do mercado financeiro.
Fica aí uma dúvida. Não serve para a Inglaterra um novo quadro do mundo financeiro mais transparente e controlado pelo Estado?
Prefiririam os ingleses a manutenção de políticas que defendem a séculos, como a "Carta de Corso", distribuindo títulos àqueles que lá se aportam, ainda que não tenham boas recomendações?
Incrível, só Obama salva o futebol inglês!



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Esse COB não se emenda!

Do Blog de Alberto Murray Neto

Caro Presidente Lula,

Vou seguir seu exemplo e deixar de lado a linguagem empolada. Em seus discursos, V. Exa. é o primeiro a dizer que temos que falar de modo que o povo entenda. Estou de acordo. Vou direto ao ponto, com palavras de fácil compreensão. Assim todo mundo entende. Escrevo do alto da autoridade de minha militância, desde os quinze anos, em favor do seu partido que, quando foi criado, era a grande esperança de se ver algo “diferente de tudo o que tem aí”. Votei em V. Exa. Decepcionei-me. Hoje não lhe dou meu voto nem mais para representante de bairro. Não é preconceito. É pós conceito mesmo. Não engulo vê-lo andando de braços dados com o que de mais abjeto há na política brasileira. Causa-me náuseas vê-lo aliado ao que de pior existe no esporte brasileiro, gente que, enquanto V. Exa. não era o Presidente da República, execrava o seu nome, a elite insensível, que tinha horror a um operário de esquerda. Eu sei porque via e ouvia os comentários a seu respeito. E discordava deles Presidente, hoje soube que o Comitê Olímpico Brasileiro está tentando censurar, com ameaças de ações judiciais, a Professora e Educadora Kátia Rúbio, da Universidade de São Paulo. Se V. Exa. não souber quem é a Professora Katia Rubio, peça ao seu plantel de assessores que faça uma busca na internet e lhe informe. Trata-se de uma das mais brilhantes e conceituadas Educadoras na área do esporte e olimpismo do Brasil, também muitíssima respeitada no exterior. Como poucas vezes se vê na história deste País. A Professora Katia Rubio, dona de vasta obra que alia a educação ao esporte, publicou seu mais recente Livro que se chama, EDUCAÇÃO, ESPORTE E VALORES OLÍMPICOS.
Pois bem, o Comitê Olímpico Brasileiro deseja ver a mais recente Obra da Professora fora das prateleiras, o que constitui um atentado à cultura e ao olimpismo. A alegação do Comitê Olímpico é de que as expressões “Olimpíadas”, “Olímpicos” e afins são de sua exclusiva propriedade em decorrência da Lei Pelé. Ora Presidente, venhamos e convenhamos, a Constituição Federal, que condena a censura, está acima de qualquer lei de ocasião. Ademais, se formos seguir a interpretação que o Comitê Olímpico Brasileiro quer dar à questão, somente poderão fazer gols olímpicos aqueles que dele receberem autorização. Não fosse a atitude do Comitê Olímpico Brasileiro algo que nos remetesse a um passado político de trevas, o pleito e seus argumentos seria de nos fazer gargalhar.
Eu e minha Equipe nos encarregaremos da Defesa da Professora que não se intimida com esse tipo de ameaça.
O importante aqui não é a essência jurídica da questão, mas o ato de censurar, próprio da ditadura que tanto o molestou. Censurar o pensamento universitário é coisa do Médice, do Idi Amin, do Papa Doc, do Franco, do Salazar e de um monte de imbecis que tanto mal fizeram à história da humanidade.
Quero ver quem terá peito de defender a tentativa de censura do Comitê Olímpico Brasileiro. Qual Confederação — mesmo aquelas três que são bajuladoras de plantão — terá coragem de, publicamente, dizer que o Comitê Olímpico Brasileiro está correto ao tentar banir do conhecimento público o Livro da Professora Katia Rubio? Nem V. Exa., que anda tão contente com o programa nacional de massificação do esporte irá enfileirar as suas trincheiras ao lado deles dessa vez.
O que pretendem fazer os nossos pajés olímpicos com os Livros que querem ver fora das estantes? Talvez nossos caciques olímpicos irão queimá-los no campo do Engenhão e, ao redor da fogueira de vaidades, dançar até que uma chuva torrencial alague os escaninhos do Tribuinal de Contas da União, aonde descansam os processos do Pan Americano 2.007.
Presidente, tentar banir Livros pelo simples fato de , talvez, o autor não rezar pela cartilha de alguém, é algo que deve ser combatido a todo custo.
O que o Comitê Olímpico Brasileiro quer fazer é um atentado contra a cultura e contra o olimpismo.

Alberto Murray Neto
ONG Sylvio de Magalhães Padilha – Pela Ética E Pela Transparência No Esporte Olímpico Brasileiro

(Blog do Alberto Murray Neto, http://albertomurray.wordpress.com/, 28/01/2010)



 Escrito por blogdocitadini às 11h20 [] [envie esta mensagem] []






Ponto de vista

Timão 1 x 1 Mirassol, lento.

por Álvaro de Campos

Timão começou num 4-4-2 exatamente na disposição que supúnhamos. Nosso adversário – sem dúvida alguma o mais fraco que enfrentamos até aqui – entrou num 3-6-1 e veio em busca do empate.
Pode-se colocar a culpa da nossa lentidão em campo à priorização da preparação física? Sem dúvida, contudo, em campo, a lentidão era tão irritante que mais parecia um “conceito” do time.
Começamos o primeiro tempo sem velocidade nenhuma, mas com uma qualidade no passe não vista ainda neste ano. Acho que levou uns 15 minutos para errarmos um passe. A dupla Tcheco/Danilo era muito consciente no toque de bola visando a construção de jogadas de ataque, a ponto de Tcheco realizar uns dois ou três passes brilhantes no início da partida. O gol foi mérito dele: R9 1 x 0 (segunda assistência do Tcheco no paulistão).
O problema é que a lentidão na saída de bola e a pouca, ou melhor, nenhuma movimentação do ataque, deixava tudo em câmera lenta, como queria o nosso adversário.
No segundo tempo, Timão voltou… Para trás! E numa falha grotesca da dupla Felipe/Balbuena: 1 x 1 (o Felipe, especialmente neste jogo, estava muito mal. Distraído além da conta).
Com o empate e o congestionamento do meio de campo, Timão avançou os laterais, abriu Danilo pela esquerda e Tcheco pela direita, tentando assim alguma jogada de penetração. Aos 20 e poucos minutos, R9 sentiu uma contusão e, para espanto geral da nação, entrou o Bill – que nem no banco deveria estar. E, para meu espanto, ele é vaiado antes de entrar em campo.

Genial! Isso que é ser Fiel!

Danilo e Tcheco, os mais lúcidos, foram definhando fisicamente e Mano optou pelo Morais no lugar do Tcheco. Morais foi jogar bem na direita, com a assessoria do Alessandro e pode-se dizer que se correu bastante, pouco fez. Danilo tinha a assessoria sempre deficiente do Balbuena, que é um bom jogador, mas não ontem.
Nosso ataque apagou de vez, nossos volantes receberam uma infinidade de bolas em condição de arremate e chutavam para a Lua todas e empatamos com o pior time do ano, à véspera do derby.

Comentários:

-Dentinho não me engana: já está vendido. E neste ponto eu concordo com o Luxemburgo, não se coloca cara vendido para jogar.
-Danilo jogou muito bem para a estréia, apesar de lento pela parte física (creio eu). Se não foi por isso, não vejo como Tcheco e Danilo possam jogar juntos no mesmo time: se fica um passe tecnicamente superior, por outro lado, fica um time muito lento.
-As vaias ao Tcheco desta vez se equivaleram àquelas da época do Douglas. Foi igualzinho. Ele precisa correr um pouco mais, dar uns carrinhos, que isso pára. A bola parada dele é realmente mortal.
-Acho que podemos desencanar de jogar no 4-4-2, né?

(Blogue do Timão, www.bloguedotimao.wordpress.com, 27/01/2010)



 Escrito por blogdocitadini às 17h25 [] [envie esta mensagem] []




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