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Fim de campeonato Com chuva de gols, Timão perde para o Náutico no Pacaembu Agência Corinthians 21/11/09 21h31 Muita chuva e cinco gols para a despedida corinthiana do Pacaembu na temporada. Em seu último jogo em casa, já que o duelo contra o Flamengo foi mudado para Campinas, e diante de mais uma arbitragem polêmica, o Timão foi derrotado por 2 a 2 com o Náutico. O resultado, que nada vale para os alvinegros na temporada, mantém os pernambucanos na briga para não cair no Brasileirão. Jogando sem pressão, o Corinthians dominou o primeiro tempo. O time sofria com a falta de entrosamento entre alguns jogadores, mas conseguia manter a posse de bola e criar boas chances. O Náutico, por sua vez, entrou pressionado pela necessidade de vencer e tinha dificuldades para sair para o jogo, mantendo, assim, uma postura defensiva. O ritmo da partida não era intenso, mas a bola chegava ao ataque alvinegro. Jorge Henrique, duas vezes, Marcelinho, Ronaldo e Elias tiveram oportunidades para marcar, mas pecaram nas finalizações. Já os visitantes aproveitaram uma de suas raras chances. Na primeira, aos 18, Anderson Santana chutou para boa defesa de Rafael Santos – que faria um milagre no final da etapa em tentativa de Bruno Mineiro. Aos 38, porém, o goleiro nada pode fazer. Patrick cruzou pela direita e Bruno Mineiro cabeceou para as redes: 1 a 0. O Timão voltou com outra postura na segunda etapa. Pressionando o clube pernambucano, bastaram quatro minutos para o empate. Jorge Henrique tabelou com Boquita e cruzou na medida para Ronaldo, que cabeceou para as redes: 1 a 1. No lance seguinte, o Fenômeno saiu de três defensores, mas finalizou na trave. Aos 10, deixou um zagueiro no chão e tocou à esquerda de Glédson. Os visitantes sentiram o gol sofrido e a pressão alvinegra só aumentou depois que Bruno Mineiro foi expulso por falta dura em Elias. E o próprio camisa 7 fez o gol da virada em jogada ensaiada: ele recebeu de Ronaldo e fuzilou o goleiro Glédson. Festa corinthiana no Pacaembu, que quase viu uma pintura do Fenômeno – ele saiu na cara do gol e tentou encobrir o camisa 1 alvirrubro, mas falhou por pouco. Em desvantagem, o Náutico ainda ensaiou uma pressão nos minutos finais e chegou ao gol de empate a cinco minutos do fim do jogo. Carlinhos Bala recebeu belo toque de Nilson e bateu forte: 2 a 2. Ronaldo ainda tentou deixar o Corinthians em vantagem mais uma vez, mas parou no goleiro rival. Nos acréscimos veio a virada. Escudero derrubou Ailton fora da área, mas o árbitro marcou peênalti. O mesmo Ailton cobrou e completou o placar. A derrota marca a despedida do Timão do Pacaembu em 2009. O resultado deixa a equipe do Parque São Jorge com 49 pontos, o que lhe mantém, provisoriamente, na décima colocação. Ameaçados pelo rebaixamento, os pernambucanos subiram ao 18º posto. corinthians.com.br Escrito por blogdocitadini às 08h05
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Zona européia Europa afundada em corrupção200 jogos podem ter sido manipulados em 9 torneios nacionais e na Copa dos Campeões Jamil Chade > A Europa vive o que a Uefa já chama de o maior escândalo de corrupção da história do futebol do Velho Continente. Ontem, promotores alemães e a entidade que rege a modalidade na Europa revelaram investigações que apontam para a manipulação de cerca de 200 jogos, incluindo partidas da milionária Copa dos Campeões. O escândalo tem dimensões que podem atingir a credibilidade dos campeonatos nacionais por alguns anos. Mais de 200 pessoas são suspeitas de fazer parte de um esquema de apostas e acerto de resultados. A atuação de uma organização criminosa internacional ainda envolve nove ligas nacionais, além da Liga Europa (que acaba de substituir a Copa Uefa). Ontem, mais de 50 locais foram invadidos pela polícia e 17 pessoas foram presas em todo o continente - 15 na Alemanha e duas na Suíça. Os detidos são suspeitos de pagar propinas a jogadores, juízes, técnicos e outros atores do futebol. O objetivo era o de garantir resultados para lucrar em apostas realizadas na Europa e na Ásia. Evidências e pelo menos 1 milhão (R$2,57 milhões) já foram confiscados - a manipulação dos jogos pode envolver até 10 milhões. A polícia alemã alertou que toda a operação de ontem pode ser apenas a ponta de um iceberg. A Uefa indicou que, se as suspeitas forem confirmadas, trata-se do maior escândalo de manipulação de resultados de jogos do esporte europeu. Nos últimos meses, tanto o presidente da Uefa, Michel Platini, como o da Fifa, Joseph Blatter, vinham soando o alerta sobre a corrupção no futebol. Na cidade de Bochum, na Alemanha, o Ministério Público que lida com o caso anunciou que times da Primeira Divisão da Áustria, Bósnia, Hungria, Eslovênia, Croácia e Turquia estão envolvidos. Na Bélgica, Suíça e Alemanha, os times envolvidos são da Segunda Divisão. Pelas investigações, quatro jogos da Segunda Divisão alemã tiveram seus resultados manipulados por meio de pagamento de propinas. Mas o que mais preocupa a Uefa é que três jogos da Copa dos Campeões estariam sob suspeita, além de outros 12 da Liga Europa. Os dois torneios são os mais importantes do continente, considerados como pilares do futebol de clubes. O temor é de que o escândalo possa afetar a capacidade desses torneios em receber investimentos de patrocinadores. O porta-voz da Uefa, Peter Limacher, garantiu que a entidade sabia das investigações e teria sido ela mesmo quem indicou para a polícia padrões anormais de apostas registradas em alguns jogos. "Estamos satisfeitos com os resultados da investigação. Ainda assim, o que está sendo revelado é chocante diante da extensão da manipulação orquestrada por gangues internacionais." A política acredita que já prendeu o líder do grupo. Mas, por enquanto, não revela nomes nem times envolvidos. O epicentro do maior terremoto do futebol europeu estaria em Berlim, de onde a manipulação de resultados era coordenada. A Alemanha viveu, há quatro anos, um escândalo com o juiz Robert Hoyzer, que havia manipulado o resultado de um jogo. As investigações mostraram que ele tinha relações com o crime organizado na Croácia. Foi condenado a dois anos de prisão. Agora, o novo escândalo aponta para pessoas ligadas a ele. A Uefa garantiu que está avaliando a situação de outros 40 jogos em quatro temporadas diferentes. A maioria envolve times do Leste Europeu. estadao.com.br Escrito por blogdocitadini às 07h44
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50 anos sem Villa-Lobos
Escrito por blogdocitadini às 11h23
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Lançamento: novo trabalho de Celso Unzelte!
Escrito por blogdocitadini às 17h04
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Beluzzo e o caldeirão do futebol
Escrito por blogdocitadini às 11h45
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Campeonato ruim, Ibope ruim Corinthians registra pior audiência no ano (Máquina do Esporte, maquinadoesporte.uol.com.br/v2/noticias.asp?id=14808, 16/11/2009)
Há alguns dias, falei por aqui que o campeonato apresentava jogos ruins, especialmente quando envolviam as equipes que estão disputando o título. Muitos reclamaram, especialmente dizendo que eu fazia a crítica por que o Corinthians não estaria na luta direta para ser campeão. Escrito por blogdocitadini às 08h31
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Na ressacada Timão perde em Florianópolis (SC Corinthians Paulista, http://www.corinthians.com.br/site/noticias/2009/11/15as18h56-id7247-timao+perde+em+florianopolis.shtml, 15/11/2009, 18h56) Escrito por blogdocitadini às 19h52
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Theatro São Pedro apresenta o "Barbeiro de Sevilha" O Theatro São Pedro apresentará a ópera "O Barbeiro de Sevilha" de Giácomo Rossini de 25 de novembro a 3 de dezembro. Os preços são populares. Theatro São Pedro Veja abaixo a ária "Largo al factotum" com Leo Nucci: Escrito por blogdocitadini às 10h56
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Nomes e Nomes
Escrito por blogdocitadini às 11h37
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Mais confusão A notícia da Folha Online (09/11/2009) de que o maestro John Neschling ganhou ação trabalhista que move contra a Fundação Osesp vai dar muito o que falar. A sentença, segundo a Folha, determina que Neschling receba R$4,3 milhões dos R$ 12,5 mi que pleiteou. A Justiça considerou nulos os contratos de regente do maestro com a orquestra. Diz que ele seria um empregado normal da CLT, com direito a férias, 13º, FGTS etc. Informa a matéria no sítio Consultor Juridico, que Nescheling ganhava R$ 125 mil por mês como regente da Orquestra. Isso vai dar ainda muita confusão. John Nescheling foi durante os últimos dez anos o maestro todo-poderoso da OSESP. Realizou um grande trabalho e deu um novo padrão à Orquestra do Estado. Seu livro "Música Mundana", lançado esta semana, mostra uma gestão autoritária, quase imperial. Nescheling realizou tudo o que queria: demitiu músicos, contratou outros, fixou salários, construiu a Sala São Paulo, escolheu programas etc, e brigou com muita gente, mas não esconde que tudo foi obra de sua responsabilidade. Certamente, a fixação de seu salário e o seu contrato com a Osesp não foram as únicas coisas de que ele participou da elaboração. Foi dele a ideia de se organizar uma Fundação - de direito privado - para a gestão da Orquestra, à margem de brigas políticas. Com esta entidade teríamos garantida um vida longa e tranquila para a Orquestra. Nada disso ocorreu. Sua demissão ocorreu por um choque entre a Orquestra e o Estado. Seu livro mostra um relato zangado, chateado, mas afirmativo do maestro. Agora com esta condenação - que poderá ser revista por Tribunais superiores, o maestro mostra que não foi tão bom negócio a criação de uma Fundação para gerir a Orquestra. A conta cairá nos cofres públicos, sem que o Estado tenha sido o responsável pela forma de contratação, definição de salários e outros direitos do maestro. Isso ainda vai dar o que falar. Escrito por blogdocitadini às 17h37
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Rio: rompimento ou acordo O Rio de Janeiro vive uma grave crise de segurança pública. Cidade escolhida para sediar as Olimpíadas, ela deve definir um caminho para superar suas deficiências nesta área, sob pena de viver um grande fracasso. Muitos já falaram sobre as razões desta crise, e outros tantos vivem propondo todo tipo de solução. Maior rigor da polícia; política social nas áreas do crime onde o Estado esteve ausente; recolher armas de toda a população; uso das Forças Armadas etc. Quase tudo já foi proposto, mas creio que falta o essencial. O Rio deve escolher entre romper com toda criminalidade ou fazer acordo com o crime aqui ou ali e somente combater os maiores (quando exageram). Este caminho ainda não foi escolhido. O mais difícil - e mais eficiente - é a sociedade romper com toda a criminalidade. Isso implica numa posição sólida do Governo de não compactuar com qualquer tipo de atividade criminosa e, principalmente, a população decidir não conviver com os grupos criminosos. Esta ruptura leva ao isolamento do crime e - em consequência - a criação de um estado de respeito à lei em toda as áreas sociais. No entanto, se a sociedade carioca quiser continuar conivente com uma atividade criminosa qualquer, não haverá política de segurança que chegue a bom resultado. Não dá prá aceitar como natural aquelas atividades (mesmo ilícitas) em que o cidadão não vê erros tão grandes assim, desde conviver com "bicheiros" no carnaval e nas escolas de samba, com o pessoal de bingo e "maquininhas", com contrabandistas por todo lado, com roubos de carga quase diários, com os pequenos e os grandes traficantes (que são amigos e fornecedores de morros e praias), ou com os bandos e quadrilhas envolvidos em todo tipo de atividade suspeita. Neste quadro de conivência só há um caminho para o Rio: fazer como foi feito em outros grandes eventos (Pan, Eco/92): acordo com o crime. O caminho do rompimento é o mais dificil, mas é o único que pode mudar a situação. Cabe a cada cidadão não aceitar - em seu dia - como uma vida normal aquela com qualquer atividade criminosa. Não se trata de convidar cada um a se tornar um policial. A vida do povo deve ser marcada por não andar de mãos dadas com qualquer um que viva à margem da lei. Trata-se, também, de romper com o farisaísmo que leva uma pessoa a uma boa convivência com uma Liga de Samba, embora se saiba que, muitas vezes, trata-se de instrumento de alguma atividade ilegal. Se o rompimento social for adotado - como foi em outros países - o crime terá sua relação cortada com a sociedade e - com tempo e esforços - as autoridades policiais e judiciárias agirão de forma mais precisa. Com tal ruptura as infiltrações em órgãos públicos (policiais, administrativos, judicial etc) ficariam reduzidas, pois o apoio da sociedade ao crime seria limitado. Fora desta política de rompimento (que o Rio ainda resiste em adotar) o crime ganhará cada vez mais espaço no Estado (em polícias e nos meios políticos) e qualquer projeto de combate à criminalidade estará condenado a ficar apenas na retórica. Escrito por blogdocitadini às 09h24
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E o futebol? Essa discussão - e confusão - sobre arbitragem esta escondendo um defeito maior deste campeonato: os times que disputam o título não estão jogando nada. Erros ocorrem sempre nas partidas de futebol. Algumas vezes revoltam e levantam desconfiança. Alimentam falatório,brigas e alteram resultados. É um pouco o fermento que faz o futebol uma paixão quase doida. Andei vendo alguns jogos dos times que disputam o primeiro lugar no campeonato. Que tragédia ! Jogos ruins, ligação direta, chutão e chuveirinho o tempo todo. Nada de futebol bem jogado. Os piores jogos do campeonato são destes ai que disputam o título. Todos- rigorosamente todos - estão jogando um futebolzinho de dar dó do torcedor. É por isso que o campeonato está embolado. É quase uma disputa nacional de chuveirinho. Os melhores jogos são de times que não disputam diretamente o título como Corinthians e Avaí, apenas para citar dois exemplos. Os times que estão na faixa inferior da tabela -nessa luta de vida ou morte-tem jogado melhor futebol que os líderes. Vamos torcer para que os juizes errem menos e, principalmente, para que os líderes voltem (?) a jogar um futebol aceitável. E sem este festival de chuveirinho! Escrito por blogdocitadini às 06h56
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Vitória no Pacaembu Timão joga bem e vence o Santo André no Pacaembu O Corinthians enfrentou o Santo André neste domingo pela 34ª rodada do Brasileirão e garantiu a festa da Fiel Torcida que compareceu ao Pacaembu. Mesmo sem poder contar com o capitão William, que fraturou o dedo do pé, o Timão fez ótima exibição em casa e, com gols de Ronaldo e Dentinho, garantiu um ótimo resultado. A partida começou com o Corinthians mostrando presença ofensiva. Logo aos 2min, Balbuena soltou a bomba de fora da área e carimbou o travessão de Neneca. Em seguida foi a vez de Edno invadir a área pela esquerda e chutar rasteiro, levando perigo ao gol do Ramalhão. O Santo André por sua vez tentou se aproveitar dos ótimos passes de Marcelinho Carioca, mas viu a defesa alvinegra neutralizar suas principais jogadas. O Timão conseguiu criar ótimas jogadas de ataque, mas acabou pecando no último toque. Até que, aos 36min, Ronaldo apareceu. O craque recebeu a bola na intermediária, deu uma pedalada e soltou a bomba de esquerda. A bola entrou no ângulo de Neneca e abriu o placar para o Corinthians no Pacaembu! O segundo tempo da partida começou da mesma forma que a primeira, com o Timão pressionando o time andreense. Defederico teve duas ótimas chances para ampliar o placar no Pacaembu, mas errou o alvo. Quem não perdeu a chance que teve foi Dentinho, que entrou no lugar de Edno e deixou sua marca: recebeu assistência de Ronaldo, invadiu a área e bateu na saída do goleiro. 2 a 0 Corinthians e festa da Fiel! Com a vitória, o Corinthians chega aos 49 pontos na classificação do Brasileirão. O próximo desafio do Timão será domingo que vem, contra o Avaí, em Florianóplis.. Agência Corinthians (SC Corinthians Paulista, www.corinthians.com.br, 08/11/2009, 17h52) Escrito por blogdocitadini às 18h23
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Qual caminho? A discussão entre o grupo de oposição santista e o técnico Luxemburgo retoma dificil problema do mundo do futebol. Qual o melhor modelo para atuação do técnico de futebol. Sómente treinar o time,escalando jogadores e definindo esquemas de jogos etc. ou o técnico que assume também as funções de contratação e formação do elenco. Está ai uma discussão quase interminável. O técnico Luxembrugo não esconde que defende o segundo modelo: técnico escala o time mas escolhe jogadores, discute contratos, valores etc. É um misto de técnico e dirigente. Dirigentes de clube -no geral- preferem outro caminho. O técnico fica ,prioritariamente, com as funções de campo (treinar, escalar etc) e as definições sobre contratações seria tomada por outro órgão técnico vinculado a diretoria. Os dois caminhos apresentam riscos .No primeiro -quando o técnico contrata- jogadores comprados passam a ter um vínculo mais forte com o técnico que o contratou do que com o clube. E dai para crise no elenco é um caminho livre. O técnico escala quem contratou e os outros craques passam a trabalhar em " operação padrão". Reclamações de favorecimento tornam-se comuns e -quando o time perde- o ambiente fica dificil para todos.Além de favorecimento nas escalações atletas passam a questionar salários e valores das contratações. Quando sómente a direção forma o elenco o problema também aparece. Contratações para atender dirigentes ou amigos e agentes podem ocorrer . E o técnico- não ouvido ao contratar- fica em situação complicada quando chegam as derrotas. Não há uma fórmula mágica para resolver todos estes problemas. O melhor caminho seria o de uma comissão técnica centrada no treinamento, preparação,escalação da equipe. E as definições de elenco efetuadas por profissionais do clube ( sem vínculos com agentes de atletas), ouvindo-se as àreas envolvidas (finanças, técnicas, médica etc). Escrito por blogdocitadini às 07h56
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CBF e SPFC Há muito tempo a CBF e o SPFC estão juntos na preparação da Copa/2014. A CBF não gostaria de abrir a Copa em São Paulo. Prefere Belo Horizonte mas sabe que com o novo estádio Brasília será imbatível.O SPFC só não quer que seja construido novo estádio em São Paulo. A CBF sabe que o Morumbi é quase irreformável e ,sem estádio, não haverá abertura por aqui. O SPFC não tem dinheiro nem condições para fazer uma reforma séria do estádio. Portanto ,tudo fica como está. Para a alegria livre da CBF e uma alegria contida do SPFC. Quando o presidente Ricardo Teixeira afirma que a Fifa já indicou "tudo que deve ser feito" no Morumbi toma o cuidado de não falar em abertura dos jogos. A CBF (fifa) sabe que a reforma é inviável. Esta cada dia mais feliz por poder escolher uma outra cidade para a festa inaugural. O mico ficará com a prefeitura que escolheu o Morumbi sómente apoiada nos desejos dos tricolores. O tal Comitê Paulista da Copa tornou-se uma espécie de " Incra dos ricos". "Ocupou" ilegalmente uma praça para o projeto do SPFC. A CBF poderia devolver o tal " projeto" sómente por esta razão. Aplaudiu. Serve para inviabilizar a abertura por aqui. Quando o Morumbi foi escolhido para sediar a Copa o SPFC proclamou duas premissas: 1-a reforma seria feita com dinheiro privado; e 2-o clube atenderia todas as exigências da Fifa. Nada mais falso. Não há dinheiro privado na reforma (reforma?) e não atende ao exigido pela Fifa. E a midia que aplaudiu a reforma " privada" no Morumbi ? Está toda reunida no Xingu preparando versões e versões. E prefeitura de São Paulo que tanto falou, falou, falou... e continua... falando. Escrito por blogdocitadini às 07h57
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